Pílula contra câncer de pâncreas é aprovada nos Estados Unidos
Pílula contra câncer de pâncreas é aprovada nos Estados Unidos
A pílula foi ovacionada durante o maior congresso de oncologia do mundo
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos aprovou o daraxonrasib, comercializado como Rasonque, uma nova pílula para o tratamento de pacientes adultos com câncer de pâncreas metastático. O medicamento, que foi ovacionado no congresso American Society of Clinical Oncology (ASCO), representa um avanço significativo, pois demonstrou a capacidade de praticamente dobrar a sobrevida mediana dos pacientes em comparação com a quimioterapia tradicional.
- A aprovação destina-se a adultos com adenocarcinoma de pâncreas metastático que já passaram por tratamento sistêmico anterior ou que não podem receber uma combinação de diferentes medicamentos. O daraxonrasib atua bloqueando a proteína RAS, fundamental para o crescimento de tumores, marcando a transição do fármaco de experimental para um tratamento disponível no país.
Foto: Reprodução
A pílula contra o câncer de pâncreas, ovacionada no maior congresso de oncologia do mundo, foi aprovada nos Estados Unidos, nesta quarta-feira (26), de acordo com o G1. A agência reguladora norte-americana, Food and Drug Administration (FDA), autorizou o uso do daraxonrasib, comercializado sob o nome de Rasonque, para pacientes adultos específicos com câncer de pâncreas metastático. O tratamento com o medicamento praticamente dobrou a sobrevida mediana se comparado à quimioterapia. Após o congresso American Society of Clinical Oncology (ASCO), realizado em junho, o remédio deixou de ser apenas experimental no país. Os pacientes contemplados são adultos com adenocarcinoma de pâncreas metastático que já fizeram um tratamento sistêmico anterior ou não podem receber uma combinação de diferentes medicamentos sistêmicos. O daraxonrasib favorece o bloqueio da proteína RAS, que participa do crescimento de tumores.
Justiça suspende resolução que reconhecia harmonização orofacial como especialidade da odontologia
Decisão atende a recurso do Conselho Federal de Medicina; CFO informou que vai recorrer.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Justiça Federal suspendeu a resolução do Conselho Federal de Odontologia (CFO) que reconhecia a harmonização orofacial como especialidade odontológica. A decisão, divulgada nesta quinta-feira (20), foi tomada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) após recurso apresentado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).
- O tribunal entendeu que conselhos profissionais não podem ampliar, por meio de resoluções, as competências previstas em lei para o exercício das profissões. Para o presidente do CFM, José Hiran Gallo, a resolução do CFO extrapola os limites legais da atuação da odontologia e pode representar riscos à saúde pública.
Foto: Reprodução
A Justiça Federal suspendeu a resolução do Conselho Federal de Odontologia (CFO) que reconhecia a harmonização orofacial como especialidade odontológica. A decisão, divulgada nesta quinta-feira (20), foi tomada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) após recurso apresentado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Na decisão, o tribunal entendeu que conselhos profissionais não podem ampliar, por meio de resoluções, as competências previstas em lei para o exercício das profissões. Para o presidente do CFM, José Hiran Gallo, a resolução do CFO extrapola os limites legais da atuação da odontologia e pode representar riscos à saúde pública. Em nota, o CFO informou que recorrerá da decisão e defendeu que a harmonização orofacial faz parte da área de atuação dos cirurgiões-dentistas. A entidade também orientou os profissionais a manterem os procedimentos dentro dos limites previstos na legislação enquanto o processo segue em tramitação na Justiça.
Campanha de multivacinação realiza Dia D neste sábado em todo o Brasil
Campanha de multivacinação realiza Dia D neste sábado em todo o Brasil
Ação será realizada em todo o país para atualizar a caderneta de vacinação de menores de 15 anos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Neste sábado (22), crianças e adolescentes menores de 15 anos são convocados a comparecer às unidades básicas de saúde (UBSs) e pontos de vacinação de todo o país para o "Dia D" da Campanha Nacional de Multivacinação. O objetivo principal é atualizar a caderneta vacinal, ampliando a cobertura e a proteção contra diversas doenças. A campanha, que teve início em julho e segue até 1º de setembro, disponibiliza 20 vacinas essenciais previstas no Calendário Nacional.
- Entre os imunizantes oferecidos estão proteções contra meningites, tuberculose, poliomielite, sarampo, gripe, covid-19, dengue e cânceres associados ao HPV, com a inclusão da nova vacina pneumocócica 20-valente (Pneumo 20) para crianças menores de cinco anos. O Ministério da Saúde reforça a importância da vacinação, especialmente contra o sarampo, devido ao aumento de casos na região. Para participar do "Dia D", pais e responsáveis devem apresentar a caderneta de vacinação, documento de identificação e, se possível, o cartão do SUS da criança ou adolescente.
Foto: Ministério da Saúde
Crianças e adolescentes menores de 15 anos devem comparecer às unidades básicas de saúde (UBSs) e aos pontos de vacinação de todo o país neste sábado (22), quando será realizado o Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação. O objetivo é atualizar a caderneta vacinal e ampliar a cobertura contra diversas doenças. A campanha teve início neste mês e segue até 1º de setembro, oferecendo 20 vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação. Os imunizantes protegem contra doenças como meningites, tuberculose, poliomielite, sarampo, gripe, covid-19, dengue e cânceres associados ao HPV. Uma das novidades deste ano é a inclusão da vacina pneumocócica 20-valente (Pneumo 20), incorporada ao calendário em junho. O imunizante amplia a proteção contra infecções causadas pelo pneumococo, como pneumonia e meningite, e é indicado para crianças menores de cinco anos. Segundo o Ministério da Saúde, mais de 180 milhões de doses de vacinas já foram distribuídas aos estados e municípios em 2026. Entre os imunizantes mais aplicados estão as vacinas contra influenza, sarampo e poliomielite. A pasta também reforça a importância da vacinação contra o sarampo diante do aumento de casos nas Américas e da confirmação de casos importados no Brasil. A estratégia de imunização foi intensificada em municípios do estado de São Paulo para ampliar a proteção da população. Para participar do Dia D, pais e responsáveis devem levar a caderneta de vacinação, além de um documento de identificação e, se possível, o cartão do SUS da criança ou adolescente.
Anvisa aprova novas canetas de semaglutida com promessa de preços mais baixos
Anvisa aprova novas canetas de semaglutida com promessa de preços mais baixos
Genérico e medicamento similar poderão ampliar o acesso ao tratamento contra diabetes e obesidade.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta segunda-feira (17), dois novos medicamentos injetáveis à base de semaglutida sintética, substância utilizada no tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade. Com a decisão, a farmacêutica EMS foi autorizada a comercializar o genérico do Ozivy, primeiro medicamento com semaglutida sintética registrado no país. A expectativa é que a concorrência contribua para a redução dos preços no mercado.
- A Anvisa também concedeu registro ao Semaclique, medicamento similar produzido pela Germed, empresa do grupo EMS. Diferentemente do genérico, o produto poderá ser comercializado com nome próprio. Os medicamentos devem ser utilizados em conjunto com dieta e prática de atividades físicas, têm aplicação semanal e precisam ser armazenados sob refrigeração, entre 2°C e 8°C. A Anvisa reforçou que a semaglutida só pode ser adquirida com receita médica em duas vias e deve ser utilizada sob acompanhamento profissional.
Foto: Reprodução
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta segunda-feira (17), dois novos medicamentos injetáveis à base de semaglutida sintética, substância utilizada no tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade. Com a decisão, a farmacêutica EMS foi autorizada a comercializar o genérico do Ozivy, primeiro medicamento com semaglutida sintética registrado no país. A expectativa é que a concorrência contribua para a redução dos preços no mercado. A Anvisa também concedeu registro ao Semaclique, medicamento similar produzido pela Germed, empresa do grupo EMS. Diferentemente do genérico, o produto poderá ser comercializado com nome próprio. Os medicamentos devem ser utilizados em conjunto com dieta e prática de atividades físicas, têm aplicação semanal e precisam ser armazenados sob refrigeração, entre 2°C e 8°C. A Anvisa reforçou que a semaglutida só pode ser adquirida com receita médica em duas vias e deve ser utilizada sob acompanhamento profissional.
SUS passa a oferecer teste para rastrear câncer colorretal
SUS passa a oferecer teste para rastrear câncer colorretal
Exame será oferecido a homens e mulheres de 50 a 75 anos sem sintomas, com rastreamento realizado a cada dois anos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a oferecer o teste imunoquímico fecal (FIT) para o rastreamento do câncer colorretal em homens e mulheres assintomáticos na faixa etária de 50 a 75 anos. O exame, que identifica a presença de sangue oculto nas fezes, tem sensibilidade estimada entre 85% e 92% e deve ser realizado a cada dois anos para detectar precocemente possíveis alterações antes do surgimento dos sintomas da doença.
- A medida, que faz parte de um novo protocolo nacional do Ministério da Saúde, tem o potencial de beneficiar mais de 40 milhões de brasileiros e visa combater um dos tipos de câncer mais frequentes no país. Cabe ressaltar que o teste é voltado estritamente para a prevenção, e pessoas que já apresentam sintomas ou suspeita clínica devem buscar avaliação médica direta para investigação diagnóstica.
Foto: Fernando Frazão | Agência Brasil
O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a oferecer, a partir desta segunda-feira (10), o teste imunoquímico fecal (FIT) para o rastreamento do câncer colorretal. O exame, que identifica a presença de sangue oculto nas fezes, foi incluído na tabela de procedimentos da rede pública de saúde. A estratégia é destinada a homens e mulheres assintomáticos entre 50 e 75 anos. O exame deverá ser realizado a cada dois anos como forma de identificar possíveis alterações antes do surgimento de sinais da doença. A portaria publicada no Diário Oficial da União deixa claro que o teste não deve ser utilizado para investigar pessoas que apresentam sintomas ou que já tenham suspeita clínica de câncer colorretal. Nesses casos, o paciente deve passar por avaliação médica e pelos exames indicados para investigação diagnóstica. A inclusão do FIT no SUS havia sido anunciada pelo Ministério da Saúde em maio, quando o governo apresentou um novo protocolo nacional para o rastreamento do câncer colorretal. Segundo dados do Ministério da Saúde, o teste apresenta sensibilidade estimada entre 85% e 92% para identificar possíveis alterações. A expectativa é ampliar o acesso à prevenção e contribuir para que casos suspeitos sejam identificados mais cedo. A medida pode beneficiar mais de 40 milhões de brasileiros que estão dentro da faixa etária indicada para o rastreamento. O câncer colorretal está entre os tipos de câncer mais frequentes no país, considerando os tumores que não são de pele não melanoma. A estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) é de 53,8 mil novos casos da doença no Brasil a cada ano do triênio 2026-2028. A inclusão do teste na rede pública faz parte das estratégias de prevenção e detecção precoce da doença. A orientação é que pessoas dentro da faixa etária indicada procurem uma unidade de saúde para receber informações sobre o rastreamento e verificar a disponibilidade do procedimento na rede local.
SUS pode oferecer injetável contra o HIV ainda em 2026; medicamento será avaliado para incorporação
Ministério da Saúde quer incluir tratamento com aplicação a cada dois meses; objetivo é ampliar a prevenção e facilitar a adesão dos pacientes
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério da Saúde anunciou que encaminhará à Conitec o pedido para inclusão do cabotegravir, medicamento injetável utilizado como profilaxia pré-exposição (PrEP), no Sistema Único de Saúde (SUS). O medicamento, que é aplicado a cada dois meses e impede a replicação do vírus HIV, tem como principal vantagem facilitar a adesão ao tratamento preventivo.
- A decisão final sobre a oferta do medicamento caberá ao Ministério da Saúde, que ainda negocia com a farmacêutica GSK o preço do medicamento e a quantidade de doses que serão adquiridas.
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
O Sistema Único de Saúde (SUS) poderá oferecer ainda este ano uma nova forma de prevenção ao HIV. O Ministério da Saúde anunciou que encaminhará à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) o pedido para inclusão do cabotegravir, medicamento injetável utilizado como profilaxia pré-exposição (PrEP). Diferentemente da versão em comprimidos, que precisa ser tomada diariamente, o cabotegravir é aplicado por injeção a cada dois meses. O medicamento impede a replicação do vírus HIV e tem como principal vantagem facilitar a adesão ao tratamento preventivo. Antes de ser incorporado à rede pública, o pedido será analisado pela Conitec, que avaliará critérios como eficácia, segurança e custo-benefício. A decisão final sobre a oferta do medicamento caberá ao Ministério da Saúde. Segundo o ministro Alexandre Padilha, o governo negocia com a farmacêutica GSK o preço do medicamento e a quantidade de doses que serão adquiridas. Ele afirmou que o valor apresentado pela empresa está dentro do esperado para viabilizar a oferta pelo SUS. O ministro também explicou que outra alternativa, o lenacapavir, que oferece proteção por até seis meses, não será incorporada neste momento devido ao alto custo. Segundo Padilha, o preço apresentado pela fabricante inviabiliza a compra pelo sistema público brasileiro. Atualmente, o SUS já disponibiliza gratuitamente a PrEP oral para pessoas com maior risco de exposição ao HIV. Mais de 350 mil brasileiros já utilizaram o tratamento preventivo. Estudos realizados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) apontam que a versão injetável pode aumentar a adesão ao tratamento. Em uma pesquisa com 1,4 mil participantes, 83% preferiram a aplicação em vez dos comprimidos diários, e nenhum dos voluntários que seguiu corretamente o protocolo foi infectado pelo HIV durante o acompanhamento. A expectativa do Ministério da Saúde é que, caso a incorporação seja aprovada, a PrEP injetável amplie o acesso à prevenção e fortaleça as estratégias de combate ao HIV no Brasil.
Ministério da Saúde lança campanha nacional para alertar sobre os riscos das apostas on-line
Campanha será veiculada na TV, rádio e redes sociais e orienta a população sobre prevenção e tratamento pelo SUS.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério da Saúde lançou uma campanha nacional de conscientização sobre os riscos associados às apostas on-line, conhecidas popularmente como bets. A iniciativa, que será veiculada em rádio, TV e redes sociais, alerta para consequências graves do uso excessivo dessas plataformas, tais como endividamento, problemas de saúde mental e conflitos familiares, além de direcionar os cidadãos aos serviços de tratamento e acolhimento gratuitos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
- Como parte de uma estratégia integrada, o governo federal também destacou outras ações regulatórias já implementadas para conter os impactos negativos das bets. Entre as principais medidas estão a criação de uma ferramenta de autoexclusão voluntária, que já conta com cerca de 1 milhão de usuários, e a restrição rigorosa das regras de publicidade, que agora proíbem a associação de apostas a investimentos ou sucesso financeiro e exigem alertas obrigatórios sobre os riscos envolvidos.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
O Ministério da Saúde lançou, neste domingo (26), uma campanha nacional para conscientizar a população sobre os riscos das apostas on-line, conhecidas como bets. A ação será divulgada em emissoras de TV, rádio e redes sociais durante o período de retomada do Campeonato Brasileiro e de outras competições esportivas, que contam com o patrocínio de casas de apostas. A campanha alerta para os impactos do uso excessivo das plataformas, como problemas de saúde mental, endividamento e dificuldades familiares. Além disso, informa onde as pessoas podem buscar acolhimento e tratamento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o Ministério da Saúde, o atendimento especializado pode ser feito de forma sigilosa pelo aplicativo Meu SUS Digital. Também é possível receber assistência presencial nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps). O governo federal informou que já adotou outras medidas para reduzir os impactos das apostas. Entre elas está uma plataforma de autoexclusão, criada em dezembro de 2025, que permite ao usuário bloquear voluntariamente o acesso às plataformas de apostas. De acordo com o governo, cerca de 1 milhão de pessoas já utilizaram o serviço. Outra medida foi o endurecimento das regras para a publicidade das bets. Agora, as propagandas não podem associar as apostas à ideia de investimento ou sucesso financeiro e devem conter alertas obrigatórios sobre os riscos da atividade.
Campanha antirrábica 2026 começa na Bahia com meta de vacinar 3,4 milhões de animais
Campanha segue até 31 de agosto e prevê a vacinação gratuita de cães e gatos a partir de três meses de idade. O Dia D de mobilização acontece em 25 de julho.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) iniciou a Campanha de Vacinação Antirrábica 2026, com o objetivo de imunizar cerca de 3,4 milhões de cães e gatos em todo o estado até o dia 31 de agosto. A iniciativa busca prevenir a raiva animal e reduzir os riscos de transmissão da doença para os seres humanos, reforçando as ações de proteção à saúde pública.
- A imunização é gratuita e voltada para animais saudáveis a partir de três meses de idade. O Dia D de mobilização estadual está agendado para o próximo sábado (25 de julho), sendo que os locais e horários de atendimento específicos de vacinação serão informados pelas secretarias de saúde de cada município baiano.
Foto: Reprodução
A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) iniciou nesta segunda-feira (20) a Campanha de Vacinação Antirrábica 2026 para cães e gatos. A mobilização segue até o dia 31 de agosto e tem como meta imunizar cerca de 3,4 milhões de animais em todo o estado. De acordo com a Sesab, o objetivo da campanha é prevenir a raiva em cães e gatos e reduzir o risco de transmissão da doença para os seres humanos. A vacinação também busca eliminar a circulação das variantes caninas do vírus da raiva, reforçando as ações de proteção à saúde pública. A expectativa é vacinar aproximadamente 2,5 milhões de cães e 861,5 mil gatos durante a campanha. A imunização é gratuita e destinada a animais a partir de três meses de idade, desde que estejam saudáveis. O Dia D de mobilização estadual está marcado para o próximo sábado, 25 de julho. Os locais e horários de vacinação serão divulgados pelas Secretarias Municipais de Saúde de cada cidade. A Sesab orienta os tutores a levarem seus animais aos postos de vacinação dentro do prazo da campanha. A imunização é considerada a principal forma de prevenção da raiva, doença que pode ser transmitida aos seres humanos e apresenta alta taxa de letalidade.
Fiocruz conclui produção nacional de remédio contra o HIV para o SUS
Fiocruz conclui produção nacional de remédio contra o HIV para o SUS
Medicamento poderá ser distribuído ao SUS após autorização da Anvisa
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) concluiu a transferência de tecnologia para a produção nacional do dolutegravir, principal antirretroviral utilizado no tratamento do HIV no Brasil. O medicamento é usado atualmente por mais de 770 mil pessoas que vivem com o vírus no país, e a Fiocruz investiu na modernização da fábrica e na qualificação de profissionais para a fabricação do remédio.
- A autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é necessária para o início do fornecimento do medicamento produzido integralmente no Brasil. Com a conclusão dessa etapa, três lotes do dolutegravir já foram fabricados e aprovados nos testes de validação, prontos para serem distribuídos à rede pública de saúde.
Foto: Divulgação | Agência de Notícias da Aids
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) concluiu o processo de transferência de tecnologia para a produção nacional do dolutegravir, principal antirretroviral utilizado no tratamento do HIV no Brasil. O medicamento, fornecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é usado atualmente por mais de 770 mil pessoas que vivem com o vírus no país. O acordo firmado em 2020 entre a Fiocruz, por meio de Farmanguinhos, e a farmacêutica ViiV Healthcare, empresa da biofarmacêutica GSK, permitiu a nacionalização gradual da fabricação do remédio. Para isso, o instituto investiu na modernização da fábrica, aquisição de equipamentos, qualificação de profissionais e adequação técnica e regulatória. Com a conclusão dessa etapa, o início do fornecimento do medicamento produzido integralmente no Brasil depende apenas da autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Três lotes do dolutegravir já foram fabricados e aprovados nos testes de validação e estão prontos para serem distribuídos à rede pública de saúde. Desde 2022, Farmanguinhos já realiza a distribuição ao SUS de versões do medicamento produzidas pela GSK, tendo fornecido mais de 739 milhões de cápsulas. Em 2025, o instituto também passou a ser responsável pelo controle de qualidade laboratorial do antirretroviral. A parceria ainda prevê uma nova etapa: a produção nacional da combinação de dolutegravir com lamivudina, outro medicamento utilizado no tratamento do HIV e disponibilizado pelo SUS. A expectativa é que essa fabricação tenha início no próximo ano. Recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o dolutegravir é considerado um dos tratamentos mais eficazes contra o HIV por impedir a multiplicação do vírus, reduzir a carga viral a níveis indetectáveis, fortalecer o sistema imunológico e apresentar poucos efeitos colaterais.
Anvisa aprova nova vacina contra a gripe para bebês e adultos
Anvisa aprova nova vacina contra a gripe para bebês e adultos
Imunizante trivalente é indicado para pessoas a partir de seis meses de idade e apresentou eficácia de até 73% em estudos clínicos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro da vacina Fluprevli, um novo imunizante desenvolvido para prevenir a influenza em pessoas a partir dos seis meses de idade. A vacina é trivalente e protege contra cepas dos vírus influenza A e B. Os estudos clínicos demonstraram eficácia de até 73% na prevenção da influenza em adultos e de até 65% em crianças.
Foto: Ministério da Saúde
Anvisa define atualização das vacinas contra Covid-19
Anvisa define atualização das vacinas contra Covid-19
Nova norma estabelece que os imunizantes sejam adaptados às variantes mais recentes do coronavírus e prevê prazo de transição para vacinas já distribuídas.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou novas regras para a atualização das vacinas contra a Covid-19 no Brasil. De acordo com a Instrução Normativa, as vacinas deverão ser monovalentes e desenvolvidas para oferecer resposta imunológica contra uma única linhagem predominante do vírus SARS-CoV-2. A norma estabelece que a variante LP.8.1 seja utilizada como antígeno preferencial na formulação das vacinas.
- As vacinas registradas, fabricadas ou distribuídas antes da publicação da nova norma poderão continuar sendo utilizadas por um período de até nove meses. A atualização das vacinas faz parte do processo contínuo de vigilância sanitária e busca garantir que os imunizantes ofereçam maior proteção diante das mudanças no comportamento do vírus.
Foto: Tânia Rêgo | Agência Brasil
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou novas regras para a atualização das vacinas contra a Covid-19 no Brasil. A medida foi divulgada nesta quinta-feira (9), no Diário Oficial da União, e tem como objetivo adequar os imunizantes às variantes mais recentes do coronavírus em circulação no país. De acordo com a Instrução Normativa aprovada pela agência, as vacinas deverão ser monovalentes, ou seja, desenvolvidas para oferecer resposta imunológica contra uma única linhagem predominante do vírus SARS-CoV-2. A norma estabelece que a variante LP.8.1 seja utilizada como antígeno preferencial na formulação das vacinas. Também será permitida a utilização de variantes derivadas da cepa JN.1, como XFG e NB.1.8.1, desde que estudos comprovem uma resposta ampla e eficaz na produção de anticorpos neutralizantes. As vacinas registradas, fabricadas ou distribuídas antes da publicação da nova norma poderão continuar sendo utilizadas por um período de até nove meses. Após esse prazo, esses imunizantes deixarão de ser autorizados para uso no país. Segundo a Anvisa, a atualização segue o monitoramento contínuo da evolução do vírus e acompanha recomendações técnicas voltadas à manutenção da eficácia das vacinas diante das novas variantes. A decisão foi aprovada durante a 12ª Reunião Ordinária Pública da Diretoria Colegiada da agência. Durante o encontro, técnicos destacaram que registros recentes apontam dezenas de casos de síndrome gripal associados à Covid-19, reforçando a necessidade de manter a vacinação atualizada como estratégia para reduzir complicações e proteger a população. A Anvisa informou que a atualização das vacinas faz parte do processo contínuo de vigilância sanitária e busca garantir que os imunizantes ofereçam maior proteção diante das mudanças no comportamento do vírus. A expectativa é que os fabricantes adequem suas formulações conforme os novos critérios estabelecidos pela agência reguladora.
SUS amplia vacinação com Pneumo 20 para crianças e grupos especiais
SUS amplia vacinação com Pneumo 20 para crianças e grupos especiais
Imunizante protege contra 20 sorotipos da bactéria pneumocócica e passa a integrar, de forma gradual, o calendário de vacinação infantil do SUS.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A vacina Pneumo 20 já está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e demais postos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS), ampliando a proteção contra doenças graves causadas pela bactéria pneumocócica, como pneumonia, meningite, otite e infecções generalizadas. O novo imunizante é indicado para crianças menores de cinco anos e grupos especiais prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, incluindo indígenas, idosos com 60 anos ou mais acamados ou institucionalizados e pacientes com condições clínicas específicas.
- Protegendo contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, a vacina substitui progressivamente a Pneumo 10 conforme o término dos estoques. Durante a transição do calendário vacinal, o esquema estabelece doses aos dois meses (Pneumo 20), aos quatro meses (Pneumo 10) e um reforço aos 12 meses (Pneumo 20), sendo possível consultar o histórico vacinal tanto presencialmente nas UBSs quanto pelo aplicativo Meu SUS Digital.
Foto: Ministério da Saúde
A vacina Pneumo 20 já está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e demais pontos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). O imunizante amplia a proteção contra doenças graves causadas pela bactéria pneumocócica, como pneumonia, meningite, infecções generalizadas e otite média, enfermidades que podem provocar internações, sequelas e até mortes. A nova vacina é indicada para crianças menores de cinco anos e também para grupos especiais definidos pelo Ministério da Saúde. Entre eles estão povos indígenas a partir de cinco anos sem histórico de vacinação com imunizante pneumocócico conjugado, idosos com 60 anos ou mais acamados ou institucionalizados e pessoas com condições clínicas específicas atendidas pelos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Segundo o Ministério da Saúde, a Pneumo 20 protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a cobertura em relação às vacinas utilizadas anteriormente. O imunizante inclui proteção contra sorotipos associados a casos graves de doença pneumocócica invasiva, como os tipos 3, 6A e 19A. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera as doenças pneumocócicas uma das principais causas de mortalidade infantil por enfermidades que podem ser prevenidas por vacinação. Além dos riscos à saúde, essas infecções estão entre as principais causas de internações hospitalares e atendimentos em unidades de terapia intensiva (UTIs). Durante o período de transição do calendário vacinal, o esquema prevê uma dose da Pneumo 20 aos dois meses de idade, uma dose da Pneumo 10 aos quatro meses e uma dose de reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. Após o término dos estoques da Pneumo 10, o esquema passará a utilizar exclusivamente a Pneumo 20. Os responsáveis podem procurar a UBS mais próxima para verificar a situação vacinal da criança. O histórico de imunização também pode ser consultado por meio da Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.
SUS amplia vacinação contra HPV para pessoas de 15 a 19 anos
SUS amplia vacinação contra HPV para pessoas de 15 a 19 anos
Adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que não receberam a vacina poderão se imunizar até 31 de dezembro nas unidades do SUS.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério da Saúde prorrogou até o dia 31 de dezembro a campanha de vacinação contra o HPV direcionada a adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que ainda não foram imunizados. A iniciativa visa ampliar a cobertura vacinal e prevenir infecções pelo vírus, que é o principal causador de diversos tipos de câncer, como os de colo do útero, pênis, garganta e ânus, além de verrugas genitais. As doses estão disponíveis gratuitamente em Unidades Básicas de Saúde (UBSs) pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
- Além do público de 9 a 14 anos e dos jovens contemplados pela prorrogação, a vacina é recomendada para grupos com condições clínicas especiais, como pessoas que vivem com HIV, pacientes transplantados e em tratamento oncológico. O Ministério da Saúde orienta que a população-alvo não deixe a imunização para os últimos dias do ano e verifique sua situação vacinal por meio do aplicativo Meu SUS Digital ou em um posto de saúde mais próximo.
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
O Ministério da Saúde prorrogou até 31 de dezembro a estratégia de vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) para adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que ainda não receberam o imunizante ou não possuem registro da vacinação. A medida busca ampliar a cobertura vacinal e reduzir o risco de doenças relacionadas ao vírus. A vacina é considerada a principal forma de prevenção contra a infecção pelo HPV, responsável por diversos tipos de câncer, como os de colo do útero, pênis, ânus, boca e garganta, além de verrugas genitais. O uso de preservativos também é recomendado por reduzir o risco de transmissão, embora não ofereça proteção completa contra o vírus. As doses estão disponíveis gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e nos demais pontos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). Pelo Calendário Nacional de Vacinação, a imunização é indicada rotineiramente para meninas e meninos de 9 a 14 anos. Com a prorrogação da estratégia de resgate, adolescentes e jovens entre 15 e 19 anos que perderam o período recomendado terão uma nova oportunidade para receber a vacina até o fim deste ano. Além desse público, o imunizante também é ofertado para grupos com condições específicas, conforme as orientações do Ministério da Saúde. Entre eles estão pessoas que vivem com HIV, pacientes transplantados, pessoas em tratamento oncológico, usuários da Profilaxia Pré-Exposição ao HIV (PrEP) e pacientes com papilomatose respiratória recorrente. A ampliação da campanha busca aumentar a proteção coletiva e diminuir a circulação do vírus, contribuindo para a prevenção de doenças que podem ser evitadas com a vacinação. Quem tiver dúvidas sobre a situação vacinal pode consultar o histórico de imunização pelo aplicativo Meu SUS Digital ou procurar a unidade de saúde mais próxima. A recomendação é que pessoas dentro do público-alvo não deixem para os últimos dias e aproveitem a prorrogação para atualizar a caderneta de vacinação e reforçar a proteção contra o HPV.
Vacina contra pólio terá nova dose de reforço em agosto
Vacina contra pólio terá nova dose de reforço em agosto
Mudança entra em vigor em 3 de agosto e prevê duas doses de reforço com vacina injetável para crianças menores de 5 anos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Sistema Único de Saúde (SUS) volta a oferecer segunda dose de reforço da vacina contra a poliomielite para crianças de 4 anos a partir de agosto. A medida é uma resposta à avaliação da Câmara Técnica Assessora em Imunizações e tem o objetivo de manter elevados os níveis de proteção contra a doença.
- A orientação do Ministério da Saúde é que pais e responsáveis levem crianças menores de 5 anos aos postos de saúde para verificar se o esquema vacinal está completo e, se necessário, atualizar a caderneta de vacinação.
Foto: Tânia Rêgo | Agência Brasil
A partir do dia 3 de agosto, o Sistema Único de Saúde (SUS) voltará a oferecer uma segunda dose de reforço da vacina contra a poliomielite para crianças de 4 anos. A medida foi anunciada pelo Ministério da Saúde e restabelece o esquema de cinco doses utilizado até 2024, agora exclusivamente com a vacina injetável. Com a mudança, as crianças deverão receber três doses da vacina aos 2, 4 e 6 meses de idade, além de dois reforços: um aos 15 meses e outro aos 4 anos. Todas as aplicações serão feitas com a vacina inativada, administrada por injeção. Até 2024, os reforços eram realizados com a tradicional vacina oral, conhecida como “gotinha”. No entanto, o Ministério da Saúde optou por substituir o imunizante oral devido ao risco, considerado extremamente raro, de o vírus enfraquecido sofrer mutações e provocar a doença. A decisão de retomar a segunda dose de reforço foi tomada após avaliação da Câmara Técnica Assessora em Imunizações e comunicada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Segundo a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Isabela Ballalai, a dose adicional é importante para manter elevados os níveis de proteção ao longo da infância. Embora o Brasil esteja sem registrar casos de poliomielite há 37 anos e tenha recebido, em 1994, o certificado de área livre da circulação do vírus, especialistas alertam que a doença ainda existe em alguns países e pode voltar a representar risco se as coberturas vacinais caírem. A orientação do Ministério da Saúde é que pais e responsáveis levem crianças menores de 5 anos aos postos de saúde para verificar se o esquema vacinal está completo e, se necessário, atualizar a caderneta de vacinação. A poliomielite pode causar paralisia permanente e, em casos graves, levar à morte. A vacinação continua sendo a principal forma de prevenção da doença.
Lotes de antibióticos e soro são suspensos pela Anvisa
Lotes de antibióticos e soro são suspensos pela Anvisa
Medida atinge lotes de dois antibióticos e de um soro fisiológico após identificação de problemas que podem comprometer a segurança dos pacientes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento e a suspensão da comercialização de três lotes de medicamentos injetáveis em todo o país. A decisão, publicada no Diário Oficial da União, foi tomada após a identificação de graves problemas de qualidade que podem representar riscos significativos à saúde dos pacientes. Os produtos afetados incluem um lote do antibiótico Polycid, um de Fosfato de Clindamicina e outro de Solução Fisiológica da Equiplex.
- As irregularidades variam desde a presença de fragmento de vidro em um frasco de Polycid até alterações na coloração, partículas estranhas e formação de precipitados no Fosfato de Clindamicina, além de não conformidade nas normas de fabricação da Solução Fisiológica Equiplex. Com a medida, hospitais, clínicas e farmácias devem interromper imediatamente o uso e seguir os procedimentos de recolhimento. Especialistas alertam que a utilização de medicamentos injetáveis com tais desvios de qualidade pode causar reações adversas graves, como infecções e inflamações na corrente sanguínea.
Foto: Reprodução
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento e a suspensão da comercialização de três lotes de medicamentos injetáveis após identificar problemas de qualidade que podem representar riscos à saúde dos pacientes. A decisão foi publicada nesta quinta-feira (18) no Diário Oficial da União. A medida atinge um lote do antibiótico Polycid, fabricado pela União Química, um lote de Fosfato de Clindamicina, produzido pela Hypofarma, e um lote de solução fisiológica da Equiplex. No caso do Polycid, o recolhimento foi iniciado pela própria fabricante após a identificação de um fragmento de vidro dentro de um frasco-ampola lacrado. A determinação vale para o lote 2519879 do medicamento, utilizado em aplicações injetáveis. Já o lote 24101854 do Fosfato de Clindamicina 150 mg/ml foi suspenso após a constatação de irregularidades como alteração na coloração da solução, presença de partículas estranhas e formação de precipitados em ampolas fechadas. Segundo a Anvisa, essas características indicam desvios de qualidade incompatíveis com os padrões exigidos para medicamentos injetáveis. A agência também determinou o recolhimento do lote 2513588 da Solução Fisiológica de Cloreto de Sódio Equiplex 9 mg/ml. Embora a resolução não detalhe a falha encontrada, o órgão informou que houve confirmação de não conformidade com as normas de fabricação. Com a decisão, fica proibida a comercialização, distribuição e utilização dos lotes afetados em todo o país. Hospitais, clínicas, farmácias e demais estabelecimentos de saúde devem interromper imediatamente o uso dos produtos e seguir os procedimentos de recolhimento definidos pelos fabricantes. Especialistas alertam que medicamentos injetáveis com partículas, contaminação ou alterações físicas podem provocar reações adversas graves, incluindo infecções, inflamações e outras complicações decorrentes da introdução de materiais estranhos diretamente na corrente sanguínea dos pacientes.
Bahia reforça vigilância contra Ebola, mas não registra casos
Bahia reforça vigilância contra Ebola, mas não registra casos
Secretaria da Saúde intensifica capacitação de profissionais e organização da rede de atendimento após alertas internacionais sobre a doença.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O governo da Bahia reforçou as medidas de vigilância contra a Doença pelo Vírus Ebola (DVE) após alertas internacionais. Embora não haja registros da doença no estado ou no Brasil, a Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) ampliou as ações de prevenção e monitoramento. O objetivo é garantir uma resposta rápida caso surja alguma suspeita da enfermidade.
Foto: Reprodução
A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) reforçou os protocolos de vigilância e preparação para possíveis casos da Doença pelo Vírus Ebola (DVE), apesar de não haver registros da doença no estado ou no Brasil. A medida tem caráter preventivo e busca garantir uma resposta rápida caso surja alguma suspeita da enfermidade. A iniciativa ocorre após alertas emitidos por organismos internacionais de saúde e pelo Ministério da Saúde sobre a circulação do vírus em países africanos. Segundo a Sesab, a ampliação das medidas faz parte das ações permanentes de monitoramento de eventos que possam representar riscos à saúde pública. Por meio da Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde (Suvisa) e do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs Bahia), o estado elaborou orientações destinadas às unidades públicas e privadas de saúde. O documento define procedimentos para identificação precoce de casos suspeitos, notificação imediata, investigação epidemiológica, isolamento seguro de pacientes e monitoramento de contatos. O Ebola é uma doença viral grave transmitida pelo contato direto com sangue, secreções ou outros fluidos corporais de pessoas infectadas e sintomáticas. Os sintomas iniciais incluem febre, dores musculares, dor de cabeça, calafrios e mal-estar, podendo evoluir para quadros mais severos. De acordo com a Sesab, o fortalecimento da vigilância não significa que exista risco iminente para a população baiana. Pelo contrário, a medida demonstra que os serviços de saúde estão preparados para agir de forma rápida e coordenada caso haja necessidade. Além da definição de fluxos de atendimento, a estratégia inclui capacitação de profissionais de saúde, reforço das medidas de biossegurança, orientação sobre o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) e integração com órgãos como o Ministério da Saúde, Anvisa e unidades de referência. A Sesab destaca que a prevenção e o planejamento antecipado são fundamentais para garantir segurança à população e evitar a propagação de doenças de impacto internacional.
Anvisa cria grupo para avaliar segurança de vacina contra dengue do Butantan
Anvisa cria grupo para avaliar segurança de vacina contra dengue do Butantan
Colegiado irá analisar eventos adversos e revisar perfil de risco e benefício do imunizante
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária instituiu um grupo de trabalho para avaliar a segurança da vacina contra a dengue Butantan-DV. O colegiado será composto por representantes da Anvisa e especialistas externos e terá a missão de analisar dados clínicos e informações complementares para consolidar dados necessários para a revisão do perfil de risco e benefício da vacina.
- O grupo de trabalho terá duração indeterminada e permanecerá em atividade enquanto houver necessidade de acompanhamento da segurança do imunizante. As conclusões do colegiado servirão de base para futuras decisões da Diretoria Colegiada da agência sobre a vacina.
Foto: Walterson Rosa/MS
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária instituiu nesta terça-feira (16) um grupo de trabalho para aprofundar a avaliação da segurança da vacina contra a dengue Butantan-DV. De acordo com a Portaria nº 715/2026, o colegiado terá a missão de coordenar e dar suporte técnico a um painel de especialistas responsável por analisar dados clínicos relacionados a eventos adversos registrados após a aplicação do imunizante. O grupo também ficará encarregado de avaliar informações complementares apresentadas pelo Instituto Butantan e consolidar dados necessários para a revisão do perfil de risco e benefício da vacina, dentro das ações de farmacovigilância conduzidas pela agência. A equipe será composta por representantes de áreas técnicas da Anvisa ligadas a produtos biológicos, farmacovigilância, monitoramento de produtos e inspeção sanitária. O Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde, poderá participar das atividades como convidado. O painel consultivo contará com especialistas externos selecionados com base em qualificação técnica, experiência profissional e ausência de conflitos de interesse. A participação será voluntária e sem remuneração. Segundo a Anvisa, as conclusões do grupo de trabalho servirão de base para futuras decisões da Diretoria Colegiada da agência sobre a vacina. O colegiado terá duração indeterminada e permanecerá em atividade enquanto houver necessidade de acompanhamento da segurança do imunizante.
Caneta para diabetes produzida no Brasil começa a ser vendida por R$ 452
Caneta para diabetes produzida no Brasil começa a ser vendida por R$ 452
Caneta injetável à base de semaglutida foi aprovada pela Anvisa e será distribuída em todo o país até julho.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A farmacêutica EMS iniciou a distribuição do Ozivy, um novo medicamento injetável à base de semaglutida, destinado ao tratamento de adultos com diabetes tipo 2. O produto, que estará disponível em todo o território nacional até julho, marca a primeira semaglutida produzida no Brasil por síntese química a receber aprovação da Anvisa, que o classificou como um produto novo, diferenciado de genéricos e similares.
- Disponível inicialmente em duas versões de caneta multidose – para início e manutenção do tratamento – o Ozivy terá uma terceira apresentação em julho, com preços sugeridos a partir de R$ 452. O lançamento do medicamento amplia a oferta de terapias com semaglutida no mercado brasileiro, substância reconhecida por sua eficácia no controle da glicemia e no manejo da diabetes tipo 2.
Foto: Reprodução
A farmacêutica EMS iniciou nesta segunda-feira (15) a distribuição do Ozivy, medicamento injetável à base de semaglutida indicado para o tratamento de adultos com diabetes tipo 2. O produto começa a chegar às principais redes de farmácias das capitais brasileiras e deve alcançar todo o território nacional até julho. Segundo a empresa, o Ozivy é a primeira semaglutida produzida no Brasil por meio de síntese química a receber aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para comercialização. O órgão regulador classificou o medicamento como um produto novo, sem enquadramento nas categorias de genérico, similar ou biossimilar. Nesta fase inicial de lançamento, o medicamento está disponível em duas versões. A primeira é uma caneta multidose destinada ao início do tratamento. A segunda é uma caneta de manutenção com dose de 1 mg, voltada para pacientes que já avançaram nas etapas iniciais da terapia. A EMS informou ainda que uma terceira apresentação, contendo duas canetas de 1 mg, deverá ser disponibilizada ao mercado a partir do mês de julho. Os preços sugeridos ao consumidor começam em R$ 452 para a versão utilizada no início do tratamento. Já a caneta de manutenção com dose de 1 mg tem preço inicial de R$ 498. A chegada do Ozivy amplia a oferta de medicamentos à base de semaglutida no mercado brasileiro. A substância é utilizada no controle da diabetes tipo 2 e tem ganhado destaque nos últimos anos devido à sua eficácia no controle da glicemia e no acompanhamento de pacientes com a doença.
Nova vacina contra pneumonia e meningite começa a ser aplicada neste mês, anuncia Padilha
Imunizante protege contra 20 sorotipos da bactéria responsável por pneumonia e meningite
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério da Saúde anunciou que a vacina Pneumo 20 passará a ser oferecida gratuitamente pelo SUS para crianças de até 5 anos a partir da segunda quinzena de junho. A vacina protege contra 20 variantes da bactéria Streptococcus pneumoniae, principal responsável por doenças graves como pneumonia, meningite, sepse e infecções no ouvido. A nova vacina substituirá a vacina pneumocócica 10-valente, ampliando a cobertura contra sorotipos da bactéria que atualmente estão entre os principais causadores de casos graves da doença.nnA doença pneumocócica pode provocar desde quadros leves, como sinusite e otite, até complicações graves. No Brasil, entre 2023 e 2025, foram registrados 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e cerca de 1,4 mil mortes. A inclusão da Pneumo 20 é parte da estratégia de fortalecimento do Programa Nacional de Imunizações e deve contribuir para ampliar a proteção contra doenças que ainda provocam hospitalizações, sequelas e mortes no país.
Foto: Paulo Pinto | Agência Brasil
O Ministério da Saúde anunciou que a vacina Pneumo 20 passará a ser oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças de até 5 anos a partir da segunda quinzena de junho. O imunizante protege contra 20 variantes da bactéria Streptococcus pneumoniae, principal responsável por doenças graves como pneumonia, meningite, sepse e infecções no ouvido. Na rede privada, cada dose custa mais de R$ 500. Nova proteção ampliada - A Pneumo 20 substituirá gradualmente a vacina pneumocócica 10-valente, ampliando a cobertura contra sorotipos da bactéria que atualmente estão entre os principais causadores de casos graves da doença. Segundo o Ministério da Saúde, a nova formulação oferece proteção mais abrangente contra infecções invasivas, incluindo variantes associadas a pneumonia e meningite em crianças. Doença causa mortes e sequelas - A doença pneumocócica pode provocar desde quadros leves, como sinusite e otite, até complicações graves. Dados do governo apontam que, entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e cerca de 1,4 mil mortes. Apenas entre crianças menores de 5 anos foram contabilizados 616 casos e 188 óbitos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a doença uma das principais causas de mortalidade infantil por enfermidades preveníveis por vacinação. Distribuição e público-alvo - As primeiras 514 mil doses já começaram a ser distribuídas para estados e municípios. A previsão é de que mais de 6,1 milhões de doses sejam disponibilizadas ainda em 2026. Além de crianças menores de 5 anos, a vacina será destinada a povos indígenas sem histórico vacinal, idosos acamados ou institucionalizados e pessoas com condições clínicas especiais atendidas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Cobertura vacinal em recuperação - O Ministério da Saúde afirma que a inclusão da Pneumo 20 faz parte da estratégia de fortalecimento do Programa Nacional de Imunizações. A pasta destaca que a cobertura vacinal infantil voltou a crescer nos últimos anos, após um período de queda, e que a nova vacina deve contribuir para ampliar a proteção contra doenças que ainda provocam hospitalizações, sequelas e mortes em todo o país.
SUS passa a oferecer vacina Pneumo 20 para crianças
SUS passa a oferecer vacina Pneumo 20 para crianças
Novo imunizante protege contra 20 tipos da bactéria responsável por doenças graves como pneumonia, meningite e sepse; vacinação começa ainda em junho.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério da Saúde anunciou a inclusão da vacina Pneumo 20 no Calendário Nacional de Vacinação Infantil do Sistema Único de Saúde (SUS), a partir da segunda quinzena de junho. A nova vacina, que protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, será oferecida gratuitamente a crianças de até cinco anos em todo o país, representando uma evolução em relação à versão anterior que cobria dez sorotipos. O anúncio foi feito pelo ministro Alexandre Padilha, destacando o início da distribuição das primeiras doses e a previsão de vacinação a partir de meados de junho.
- A incorporação da Pneumo 20 é estratégica para combater o aumento de doenças pneumocócicas graves, como pneumonia e meningite, que causaram milhares de casos e óbitos recentes no Brasil. Além das crianças, grupos prioritários como indígenas, idosos acamados e pessoas com condições clínicas especiais também terão acesso ao imunizante. A gratuidade da vacina no SUS elimina o custo de mais de R$ 500 por dose na rede privada, beneficiando milhões de famílias, com a previsão de mais de 6 milhões de doses disponibilizadas ainda em 2026 para reforçar a cobertura vacinal.
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
O Ministério da Saúde anunciou uma das mais importantes novidades do calendário vacinal infantil dos últimos anos. A partir da segunda quinzena de junho, o Sistema Único de Saúde (SUS) passará a oferecer gratuitamente a vacina Pneumo 20 para crianças de até cinco anos de idade em todo o país. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (3) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Segundo a pasta, a distribuição das primeiras doses já começou e a expectativa é que a vacinação tenha início por volta do dia 15 de junho, conforme os imunizantes forem chegando aos estados e municípios. A Pneumo 20 é considerada uma evolução da vacina atualmente utilizada na rede pública. Enquanto a versão anterior protegia contra dez sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, a nova formulação amplia a cobertura para 20 variantes do microrganismo, responsável por doenças graves como pneumonia, meningite bacteriana, sepse, sinusite e infecções no ouvido. A ampliação da proteção é vista como estratégica diante do aumento recente dos casos de doenças pneumocócicas no Brasil. Dados do Ministério da Saúde apontam que, entre 2023 e 2025, foram registrados cerca de 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e mais de 1,4 mil mortes em todo o país. Entre crianças menores de cinco anos, foram contabilizados 616 casos e 188 óbitos no período. Além das crianças, a vacina também será destinada a grupos prioritários específicos, incluindo povos indígenas, idosos acamados ou institucionalizados e pessoas com condições clínicas especiais atendidas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Outro destaque é o impacto financeiro para as famílias. Na rede privada, a Pneumo 20 pode custar mais de R$ 500 por dose. Com a incorporação ao SUS, milhões de crianças terão acesso gratuito ao imunizante. A previsão do governo federal é disponibilizar mais de 6 milhões de doses da vacina ainda em 2026, reforçando a estratégia nacional de ampliação da cobertura vacinal e prevenção de doenças que continuam representando risco para a população infantil.
Forró, Copa e solidariedade marcam campanha da Hemoba
Forró, Copa e solidariedade marcam campanha da Hemoba
Ação busca reforçar os estoques de sangue durante o período junino, quando as doações costumam cair e a necessidade de transfusões aumenta em todo o estado.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Fundação Hemoba lançou a campanha "Junho Vermelho 2026" na Bahia, com o tema "O Jogo Mais Importante do Ano", para incentivar a doação de sangue e reforçar os estoques durante um dos períodos mais críticos para os hemocentros. Coincidindo com os festejos juninos e a expectativa da Copa do Mundo, a iniciativa busca mobilizar a população diante da redução de doações e do aumento da demanda por sangue, fatores comuns em junho devido a doenças respiratórias, viagens e acidentes.
- Para participar, os doadores devem estar em boas condições de saúde, pesar mais de 50 quilos, ter entre 16 e 69 anos (com requisitos específicos para menores e idosos), não estar em jejum, evitar álcool por 12 horas e ter dormido pelo menos seis horas. A campanha, que faz parte do projeto Hemocentro Unidos, visa garantir o atendimento contínuo a pacientes que dependem de transfusões, destacando a importância da solidariedade individual para salvar vidas.
Foto: Camila Souza/GOVBA
Em meio ao clima de São João e à expectativa pela Copa do Mundo, a Fundação Hemoba lançou a campanha Junho Vermelho 2026 com um convite à solidariedade: entrar em campo para salvar vidas. Com o tema “O Jogo Mais Importante do Ano”, a iniciativa busca incentivar a doação de sangue e reforçar os estoques das unidades de saúde da Bahia durante um dos períodos mais críticos do calendário para os hemocentros. A campanha faz parte do projeto Hemocentro Unidos, desenvolvido pelo Instituto Pró-Hemo, e utiliza elementos do futebol e das tradições juninas para conscientizar a população sobre a importância da doação voluntária. A proposta é mostrar que, assim como em uma equipe esportiva, cada pessoa tem papel fundamental para garantir a vitória na luta pela vida. Segundo a Hemoba, o mês de junho costuma registrar uma redução significativa no número de doadores. Entre os fatores que contribuem para a queda estão o aumento dos casos de doenças respiratórias, as viagens realizadas durante as férias escolares e as celebrações dos festejos juninos em diversas cidades baianas. Ao mesmo tempo em que as doações diminuem, a demanda por sangue tende a crescer. O período registra maior incidência de acidentes nas estradas, além de ocorrências relacionadas ao uso de fogos de artifício, que podem resultar em queimaduras e necessidade de transfusões sanguíneas. Para doar sangue, é necessário estar em boas condições de saúde, pesar mais de 50 quilos e ter entre 16 e 69 anos. Menores de idade devem estar acompanhados pelos pais ou responsáveis legais. Já pessoas com mais de 60 anos só podem realizar a doação caso já tenham doado anteriormente. A Hemoba orienta que o voluntário não esteja em jejum, evite bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores à doação, tenha dormido pelo menos seis horas na noite anterior e apresente um documento oficial com foto. A expectativa é que a campanha mobilize a população baiana durante todo o mês, contribuindo para manter os estoques abastecidos e garantindo atendimento aos pacientes que dependem de transfusões para continuar vivendo.
Acidentes de moto já custaram R$ 148 milhões à Bahia
Acidentes de moto já custaram R$ 148 milhões à Bahia
Hospital Ortopédico da Bahia alerta para o aumento de traumas graves, afastamento do trabalho e impactos financeiros causados pelos acidentes de trânsito.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Os acidentes envolvendo motocicletas representam um crescente e significativo impacto financeiro para a rede pública de saúde da Bahia, com internações consumindo cerca de R$ 148,6 milhões dos cofres públicos somente em 2025. Dados da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) e alertas do Hospital Ortopédico do Estado da Bahia (HOEB) reforçam a gravidade da situação, destacando que aproximadamente 60% dos 450 atendimentos de urgência mensais estão ligados a acidentes de trânsito, sendo quatro em cada dez vítimas motociclistas, predominantemente homens entre 18 e 40 anos que utilizam a moto como ferramenta de trabalho.
- Além dos custos elevadíssimos para o sistema de saúde, esses acidentes geram graves consequências sociais e econômicas, como lesões complexas – incluindo fraturas expostas e traumas diversos –, que exigem múltiplas cirurgias e longos períodos de reabilitação. As vítimas, como um entregador de 37 anos citado, frequentemente ficam afastadas do trabalho, comprometendo a renda familiar e dependendo de apoio externo. A direção do HOEB alerta para os impactos duradouros na saúde mental, qualidade de vida e estrutura financeira de milhares de famílias baianas.
Foto: Leitor Sudoeste Bahia | Via WhatsApp
Os acidentes envolvendo motocicletas continuam gerando um impacto crescente na rede pública de saúde da Bahia. Somente em 2025, as internações relacionadas a esse tipo de ocorrência consumiram cerca de R$ 148,6 milhões dos cofres públicos, segundo dados da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab). O alerta foi reforçado pelo Hospital Ortopédico do Estado da Bahia (HOEB), referência em ortopedia e trauma, no encerramento da campanha Maio Amarelo, dedicada à conscientização sobre segurança no trânsito. De acordo com a unidade, cerca de 450 atendimentos regulados de urgência são realizados a cada mês. Desse total, aproximadamente 60% estão ligados a acidentes de trânsito e, dentro desse grupo, quatro em cada dez vítimas são motociclistas. O perfil mais frequente é formado por homens entre 18 e 40 anos. Muitos utilizam a motocicleta como principal ferramenta de trabalho, atuando como entregadores, mototaxistas e prestadores de serviços. Quando sofrem acidentes, além das lesões, enfrentam longos períodos afastados das atividades profissionais, comprometendo a renda familiar. Entre as ocorrências mais graves atendidas pelo hospital estão fraturas expostas de tíbia e fíbula, lesões no fêmur, traumas em membros superiores, além de casos envolvendo coluna, pelve e amputações traumáticas. Em muitos casos, os pacientes precisam passar por várias cirurgias e meses de reabilitação. Um entregador de 37 anos, internado após sofrer o terceiro acidente de moto da vida, relata as dificuldades enfrentadas desde que ficou impossibilitado de trabalhar. Pai de três filhos e com a esposa grávida, ele depende atualmente da ajuda de familiares e amigos para manter as despesas da casa. Segundo a direção do hospital, além dos custos para o sistema público de saúde, os acidentes provocam consequências duradouras para milhares de famílias, afetando a renda, a saúde mental e a qualidade de vida das vítimas.
Anvisa aprova Ozivy, novo concorrente nacional do Ozempic
Anvisa aprova Ozivy, novo concorrente nacional do Ozempic
Novo medicamento será usado no tratamento do diabetes tipo 2 e poderá ampliar concorrência em canetas injetáveis.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Anvisa aprovou o registro do Ozivy, um novo medicamento desenvolvido pelo laboratório EMS que utiliza o mesmo princípio ativo do Ozempic. O produto foi classificado como um medicamento novo e não como genérico, pois a legislação brasileira não prevê medicamentos genéricos para produtos biológicos. O Ozivy será utilizado por adultos com diabetes mellitus tipo 2 insuficientemente controlado e poderá ser utilizado isoladamente ou em combinação com outros medicamentos.
- A autorização do Ozivy ocorre após o vencimento da patente do medicamento original no Brasil. O laboratório ainda aguarda a definição do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) antes de iniciar a comercialização nas farmácias.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
A Anvisa aprovou o registro do Ozivy, novo medicamento desenvolvido pelo laboratório EMS que utiliza o mesmo princípio ativo do Ozempic. A autorização ocorre após o vencimento da patente do medicamento original no Brasil, registrado em março deste ano. Segundo a agência reguladora, o pedido de registro foi apresentado ainda em 2023 e passou por análises técnicas para comprovação de eficácia, segurança e qualidade. O Ozivy foi classificado como um medicamento novo, e não como genérico. Isso ocorre porque a legislação brasileira não prevê medicamentos genéricos para produtos biológicos. A nova caneta é considerada um análogo sintético de um medicamento biológico já existente. De acordo com a Anvisa, o produto poderá ser utilizado por adultos com diabetes mellitus tipo 2 insuficientemente controlado, associado à prática de exercícios físicos e dieta alimentar. O uso poderá ocorrer isoladamente ou em combinação com outros medicamentos para diabetes. A aplicação será semanal, por meio de canetas preenchidas com solução injetável. Diferente do Ozempic, o Ozivy precisará permanecer refrigerado entre 2°C e 8°C durante todo o tratamento. O laboratório ainda aguarda a definição do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) antes de iniciar a comercialização nas farmácias. Além do Ozivy, a Anvisa informou que analisa outros oito pedidos de medicamentos nacionais que utilizam o mesmo princípio ativo do Ozempic. Segundo o órgão, alguns processos já estão em estágio avançado e os produtos poderão chegar ao mercado nos próximos meses, caso cumpram todas as exigências regulatórias. A expectativa é de que a entrada de novas alternativas nacionais aumente a concorrência e possa reduzir os preços dos medicamentos usados tanto no tratamento do diabetes tipo 2 quanto por pessoas que buscam emagrecimento.
SUS passa a oferecer novo teste para câncer colorretal
SUS passa a oferecer novo teste para câncer colorretal
Teste imunoquímico fecal será usado em homens e mulheres entre 50 e 75 anos para detectar sinais precoces da doença
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério da Saúde anunciou a incorporação de um novo protocolo nacional para rastreamento do câncer colorretal no Sistema Único de Saúde (SUS). A mudança estabelece o Teste Imunoquímico Fecal (FIT) como exame de referência para homens e mulheres assintomáticos entre 50 e 75 anos. Com sensibilidade de 85% a 92%, a medida visa ampliar o acesso de mais de 40 milhões de brasileiros à prevenção e ao diagnóstico precoce de uma doença que é o segundo tipo mais frequente no país, com estimativa de 53,8 mil novos casos anuais no triênio 2026-2028.
- O exame FIT detecta pequenas quantidades de sangue oculto nas fezes, indicando potenciais pólipos ou lesões pré-cancerígenas, com o paciente recebendo um kit para coleta em casa. Resultados positivos levam ao encaminhamento para exames complementares, como a colonoscopia. O Ministério da Saúde destaca que o novo teste apresenta vantagens significativas em relação aos métodos anteriores, como a necessidade de apenas uma amostra e a ausência de dieta restritiva ou preparo intestinal, fatores que prometem maior adesão da população.
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
O Ministério da Saúde anunciou nesta quinta-feira (21) a incorporação de um novo protocolo nacional para rastreamento do câncer colorretal no Sistema Único de Saúde. Com a mudança, o Teste Imunoquímico Fecal (FIT) passa a ser o exame de referência para homens e mulheres assintomáticos entre 50 e 75 anos. Segundo o ministério, o exame apresenta sensibilidade entre 85% e 92% para identificar possíveis alterações relacionadas ao câncer intestinal. A pasta estima que a estratégia pode ampliar o acesso de mais de 40 milhões de brasileiros à prevenção e ao diagnóstico precoce da doença. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, o câncer colorretal é o segundo tipo mais frequente no país, desconsiderando tumores de pele não melanoma. A estimativa é de 53,8 mil novos casos por ano no triênio 2026-2028. O exame FIT detecta pequenas quantidades de sangue oculto nas fezes, que podem indicar pólipos, lesões pré-cancerígenas ou câncer no intestino. O paciente recebe um kit para coleta em casa e envia o material para análise laboratorial. Caso haja resultado positivo, o encaminhamento será feito para exames complementares, como a colonoscopia. Segundo o Ministério da Saúde, o novo teste apresenta vantagens em relação aos métodos antigos por exigir apenas uma amostra, não necessitar de dieta restritiva nem preparo intestinal e ter maior adesão da população. A diretriz foi elaborada por especialistas e recebeu parecer favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS em março deste ano.
Anvisa suspende medicamentos da Hypofarma e Cimed
Anvisa suspende medicamentos da Hypofarma e Cimed
Medida envolve medicamentos da Hypofarma e Cimed, além da proibição de fitoterápicos sem autorização sanitária.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a comercialização e uso de medicamentos fabricados pelos laboratórios Hypofarma e Cimed devido a problemas em lotes específicos. Além disso, a Anvisa também proibiu a fabricação, venda, distribuição, propaganda e uso de diversos fitoterápicos sem registro ou autorização sanitária.
- A medida atinge produtos da marca Status Verde e outros fitoterápicos, que não possuem registro, notificação ou cadastro sanitário exigidos pela legislação brasileira.
Foto: Reprodução
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão da comercialização, distribuição e uso de medicamentos fabricados pelos laboratórios Hypofarma e Cimed após identificação de problemas em lotes específicos dos produtos. No caso da Hypofarma, a medida atinge o medicamento Fosfato Dissódico de Dexametasona 4 mg/ml solução injetável, utilizado como corticoide anti-inflamatório. Segundo a empresa, o lote 25091566 foi recolhido voluntariamente após registro de escurecimento da solução durante a diluição com determinados medicamentos. Já a Cimed informou o recolhimento voluntário do lote 2424299 dos medicamentos Atorvastatina Cálcica 40 mg e Rosuvastatina 20 mg, utilizados no controle do colesterol. De acordo com a fabricante, houve suspeita de mistura de embalagens, com cartuchos de Rosuvastatina identificados em unidades do lote de Atorvastatina. A Anvisa determinou a suspensão imediata da comercialização e uso dos produtos ligados ao lote. Além dos medicamentos industrializados, a agência sanitária também proibiu a fabricação, venda, distribuição, propaganda e uso de diversos fitoterápicos sem registro ou autorização sanitária. Entre os produtos proibidos estão Composto Cura Tudo, Composto Anti-álcool, Garrafada Cura Tudo, Ki Sinusite/Rinite, Composto Saúde do Homem, Composto Tira Fumo, Composto para Diabetes, Composto Taradão, Composto para Psoríase e Garrafada do Seu Geraldo. A medida também inclui todos os lotes de produtos da marca Status Verde, como Composto Anti-Diabetes, Valeriana Composta, Erva Baleeria e 7 Magnésios. Segundo a Anvisa, os produtos não possuem registro, notificação ou cadastro sanitário exigidos pela legislação brasileira.
Bahia intensifica monitoramento da hantavirose após alerta internacional
Bahia intensifica monitoramento da hantavirose após alerta internacional
Último caso confirmado da doença no estado ocorreu em 2004; autoridades reforçam medidas preventivas e monitoramento epidemiológico.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) informou que acompanha o cenário epidemiológico da hantavirose no Brasil e no exterior, especialmente após o alerta internacional envolvendo o vírus Andes. Segundo o órgão, não há registro de surto da doença na Bahia e o último caso confirmado no estado ocorreu em 2004. O monitoramento é realizado de forma integrada pela Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde (Suvisa), pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), pelo Laboratório Central de Saúde Pública Professor Gonçalo Moniz (Lacen-BA) e pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep). De acordo com a vigilância estadual, a hantavirose é uma zoonose viral rara no Brasil e está associada, principalmente, ao contato com urina, fezes ou saliva de roedores silvestres infectados. O risco é maior em áreas rurais, locais fechados ou ambientes com infestação de ratos. A Sesab destacou que não há evidência de circulação sustentada da doença no estado e que o Ministério da Saúde também não registra circulação do vírus Andes em território brasileiro. As autoridades de saúde orientam a população a adotar medidas preventivas simples, como proteger alimentos e reservatórios de água, vedar frestas em residências e evitar contato direto com resíduos deixados por roedores. A recomendação é que ambientes fechados por longos períodos sejam ventilados antes da limpeza. A orientação é evitar varrição a seco, prática que pode levantar partículas contaminadas e facilitar a inalação do vírus. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as infecções por hantavírus são incomuns, mas podem evoluir para quadros graves, principalmente na forma conhecida como Síndrome Cardiopulmonar por Hantavírus. Os sintomas iniciais incluem febre, dores musculares, dor de cabeça, náuseas, vômitos, diarreia e dor abdominal. Em casos mais graves, o paciente pode apresentar falta de ar, insuficiência respiratória e comprometimento cardiovascular. A Suvisa reforçou que casos suspeitos devem ser notificados imediatamente às autoridades de saúde, conforme os protocolos nacionais de vigilância epidemiológica.
Justiça obriga Planserv a custear tratamento integral de paciente
Justiça obriga Planserv a custear tratamento integral de paciente
Ministro do STF entendeu que decisão da Justiça baiana se baseou em fundamentos contratuais e na urgência do quadro clínico da paciente.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou seguimento a uma reclamação apresentada pelo Estado da Bahia, que contestava a decisão de uma vara da Fazenda Pública de Salvador. A decisão em questão obriga o Planserv a custear integralmente tratamentos não disponíveis em sua rede credenciada. O governo baiano argumentava que a sentença desrespeitava o entendimento firmado pelo próprio STF na Ação Direta de Inconstitucionalidade 7.265, que estabelece critérios para cobertura de procedimentos fora do rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
- Ao analisar o caso, Flávio Dino considerou que a determinação da Justiça baiana se baseou em fundamentos de natureza contratual e civil, sem afronta direta à tese vinculante do Supremo. O ministro destacou que o regulamento do Planserv já previa a cobertura da doença, além de constatar falha na rede credenciada e inadimplência do plano com o único hospital habilitado, bem como a urgência do quadro clínico da paciente. Com esta decisão monocrática, a obrigação do Planserv de custear integralmente o tratamento fora da rede credenciada permanece válida.
Foto: Reprodução | Planserv
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, negou seguimento à reclamação apresentada pelo Estado da Bahia contra uma decisão da 15ª Vara da Fazenda Pública de Salvador que determinou ao Planserv o custeio integral de tratamentos não disponíveis na rede credenciada. Na ação, o governo baiano alegava que a sentença descumpria entendimento firmado pelo STF na Ação Direta de Inconstitucionalidade 7.265, que estabeleceu critérios para cobertura de procedimentos fora do rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Segundo o Estado, a cobertura dependeria do cumprimento de requisitos como prescrição médica fundamentada, ausência de negativa da ANS, inexistência de alternativa terapêutica disponível, comprovação científica da eficácia do tratamento, registro na Anvisa e consulta prévia ao NATJUS. Ao analisar o caso, Flávio Dino entendeu que a decisão da Justiça baiana foi baseada em fundamentos próprios de natureza contratual e civil, sem afronta direta à tese vinculante do Supremo. Na decisão, o ministro destacou que houve reconhecimento da cobertura da doença pelo regulamento do próprio Planserv, além da constatação de falha na rede credenciada. O magistrado também mencionou que o único hospital habilitado para realizar o procedimento acumulava um passivo de aproximadamente R$ 850 mil devido à inadimplência do plano, situação que teria comprometido o atendimento da paciente. Outro ponto considerado por Dino foi a urgência do quadro clínico apresentado no processo. Com a decisão monocrática, permanece válida a determinação judicial que obriga o Planserv a custear integralmente o tratamento fora da rede credenciada.
Mesmo com redução, seis cidades baianas vivem epidemia de dengue
Mesmo com redução, seis cidades baianas vivem epidemia de dengue
Estado contabilizou mais de 10 mil casos prováveis da doença até maio.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Bahia registrou redução de 41% nos casos prováveis de dengue em 2026, com 10.162 casos e quatro mortes. Embora a queda seja significativa, seis municípios seguem em situação de epidemia e outras medidas de prevenção são necessárias.
- A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia reforça a importância de medidas preventivas e realiza campanhas de vacinação contra a dengue. Além disso, equipes de resposta rápida estão preparadas para atuar em municípios em situação crítica, com ações para reduzir os riscos de transmissão da doença.
Foto: Reprodução
A Bahia registrou redução de 41% nos casos prováveis de dengue em 2026, segundo dados da vigilância epidemiológica estadual. Até a 18ª Semana Epidemiológica, encerrada em 11 de maio, foram contabilizados 10.162 casos e quatro mortes provocadas pela doença. No mesmo período de 2025, o estado havia registrado 17.236 casos prováveis e cinco óbitos. Apesar da queda nos indicadores, seis municípios baianos seguem em situação de epidemia: Alagoinhas, Campo Alegre de Lourdes, Maraú, Remanso, Santa Maria da Vitória e Uauá. Outras nove cidades estão classificadas em situação de risco, enquanto 49 municípios permanecem em alerta para avanço da doença. Segundo o técnico da vigilância epidemiológica estadual, Rafael Gomes, a classificação de epidemia ocorre quando a transmissão da doença fica acima do esperado pelas autoridades sanitárias. Mesmo com a redução dos casos em relação ao ano passado, a Secretaria da Saúde do Estado reforça que as medidas preventivas precisam ser mantidas pela população. As autoridades recomendam que moradores realizem inspeções semanais dentro das residências para eliminar possíveis focos do mosquito Aedes aegypti, principalmente em recipientes com água parada, como vasos de plantas, garrafas e caixas d’água destampadas. A vacinação contra a dengue continua disponível para adolescentes entre 10 e 14 anos e para profissionais da Atenção Primária à Saúde do SUS com idade entre 15 e 59 anos. Entre os grupos contemplados estão médicos, enfermeiros, agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias, psicólogos, fisioterapeutas e farmacêuticos. A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia informou ainda que mantém equipes de resposta rápida preparadas para atuar nos municípios em situação crítica. As ações incluem instalação de salas de crise, abertura de leitos, suporte técnico às unidades de saúde e elaboração de estratégias de comunicação para orientar a população e reduzir os riscos de transmissão da doença.
Medicamento para doença rara do coração é aprovado no Brasil
Medicamento para doença rara do coração é aprovado no Brasil
Beyonttra é indicado para cardiomiopatia amiloide associada à transtirretina, condição grave e progressiva
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de um novo medicamento, chamado Beyonttra, indicado para o tratamento de cardiomiopatia amiloide associada à transtirretina (ATTR). O medicamento atua estabilizando a proteína transtirretina, reduzindo o risco de complicações cardiovasculares. Um estudo clínico de fase 3 mostrou que pacientes que utilizaram o medicamento tiveram 77,2% mais chance de apresentar benefício clínico.
- A Autorização permite a comercialização do produto no Brasil, seguindo as indicações aprovadas em bula, o que vai ajudar pacientes com a doença rara. O medicamento é destinado a pacientes com cardiomiopatia amiloide associada à transtirretina (ATTR), tanto na forma hereditária quanto na forma selvagem.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta segunda-feira (5), o registro de um novo medicamento indicado para o tratamento de uma doença cardíaca rara e progressiva. O remédio, chamado Beyonttra (cloridrato de acoramidis), é destinado a pacientes com cardiomiopatia amiloide associada à transtirretina (ATTR), tanto na forma hereditária quanto na forma selvagem. A doença é considerada rara, multissistêmica e potencialmente fatal. Ela ocorre quando a proteína transtirretina, produzida no fígado, se deposita de forma anormal no músculo do coração, formando fibrilas amiloides. Esse acúmulo provoca rigidez no miocárdio e pode evoluir para insuficiência cardíaca. De acordo com a Anvisa, o medicamento atua estabilizando a proteína transtirretina, o que ajuda a reduzir o risco de complicações cardiovasculares. Os dados que embasaram a aprovação incluem um estudo clínico de fase 3, no qual o tratamento demonstrou maior eficácia em comparação ao placebo. Segundo os resultados, pacientes que utilizaram o medicamento tiveram 77,2% mais chance de apresentar benefício clínico. A autorização permite a comercialização do produto no Brasil, seguindo as indicações aprovadas em bula.
Gripe chega mais cedo e acende alerta para vacinação no Brasil
Gripe chega mais cedo e acende alerta para vacinação no Brasil
País já soma 5,5 mil casos graves e 352 mortes; vacinação é reforçada para grupos de risco
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A circulação do vírus da influenza começou mais cedo em 2026 e levou o Governo Federal a reforçar o alerta para a vacinação de grupos vulneráveis. Até 18 de abril, o Brasil registrou 5,5 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave associados à influenza, com 352 mortes confirmadas. A vacina é a principal forma de prevenção e está disponível gratuitamente pelo SUS para públicos prioritários.
- As autoridades de saúde reforçam que a vacinação é essencial para reduzir internações e mortes, além de aliviar a pressão sobre o sistema de saúde. 17 estados ainda seguem com tendência de alta, o que mantém o cenário de atenção em nível nacional.
Foto: Reprodução
A circulação do vírus da influenza começou mais cedo em 2026 e levou o Governo Federal a reforçar o alerta para a vacinação, principalmente entre grupos mais vulneráveis. Até 18 de abril, o Brasil registrou 5,5 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associados à influenza, com 352 mortes confirmadas, segundo dados oficiais.A vacina segue como principal forma de prevenção e está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para públicos prioritários, como crianças, gestantes e idosos — que apresentam maior risco de desenvolver complicações. Além da imunização contra a gripe, gestantes a partir da 28ª semana também podem receber a vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR), estratégia voltada à proteção de bebês contra bronquiolite nos primeiros meses de vida.Apesar do início antecipado da circulação viral, antes do período mais crítico do inverno, a expectativa das autoridades de saúde é de que o pico de casos em 2026 seja inferior ao registrado no mesmo período do ano passado. Parte dos estados já apresenta sinais de desaceleração na transmissão. Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Espírito Santo, Tocantins e o Distrito Federal registraram queda ou interrupção no crescimento dos casos nas últimas semanas. Por outro lado, 17 estados ainda seguem com tendência de alta, o que mantém o cenário de atenção em nível nacional. Autoridades de saúde reforçam que a vacinação é essencial para reduzir internações e mortes, além de aliviar a pressão sobre o sistema de saúde. A recomendação é que pessoas com sintomas gripais busquem atendimento médico em caso de agravamento, especialmente diante de sinais como falta de ar.
























