Aziz mantém relatório da PEC do fim da escala 6x1 com o mesmo conteúdo do texto aprovado pela Câmara
Omar Aziz manteve texto aprovado pela Câmara e rejeitou emendas que buscavam preservar jornada de 44 horas semanais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Omar Aziz (PSD-AM) apresentou na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado um relatório favorável à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa abolir a escala 6x1, mantendo a jornada de 40 horas semanais e dois dias de descanso, preferencialmente incluindo o domingo, sem redução salarial. A proposta prevê uma transição gradual, reduzindo a jornada para 42 horas em dois meses e para 40 horas após um ano, e pode avançar diretamente para promulgação se aprovado sem alterações.
- Aziz argumentou que a escala 6x1 afeta desproporcionalmente trabalhadores de menor renda e escolaridade, citando dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Ele defende que a redução da jornada é uma medida de justiça distributiva e não apenas política laboral, e que a PEC será analisada na próxima semana pela CCJ, com possibilidade de votação no plenário do Senado sem retorno à Câmara.
Foto: Pedro França | Agência Senado
O senador Omar Aziz (PSD-AM) apresentou nesta quinta-feira (27), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, relatório favorável à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1. O parlamentar recomendou a manutenção do texto aprovado pela Câmara dos Deputados, em uma tentativa de acelerar a tramitação em meio ao ano eleitoral. Aziz rejeitou as mudanças sugeridas por senadores, entre elas propostas de integrantes do PL para manter a jornada de 44 horas semanais. Com isso, o parecer preserva a previsão de redução da carga horária para 40 horas semanais, sem diminuição dos salários. A proposta também estabelece dois dias de descanso por semana, preferencialmente incluindo o domingo, mantendo o limite de oito horas diárias. Caso seja aprovada, a transição prevê a redução da jornada para 42 horas semanais em dois meses e, após um ano, para 40 horas. Relator defende redução da jornada - No relatório, Omar Aziz argumentou que a escala 6x1 afeta principalmente trabalhadores de menor renda e escolaridade. Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), citados pelo senador, a jornada prolongada não atinge os trabalhadores de maneira uniforme. “Reduzi-la é, nessa exata medida, providência de justiça distributiva, e não apenas de política laboral”, afirmou Aziz. A PEC será analisada pela CCJ na próxima semana. Depois, se aprovada, precisará passar por dois turnos de votação no plenário do Senado. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), ainda não confirmou se a matéria será levada ao plenário na próxima semana. Caso o Senado aprove o texto sem alterações em relação ao que foi aprovado pela Câmara, a proposta não precisará retornar aos deputados e poderá seguir para promulgação pelo Congresso Nacional.
Senadores da oposição apresentam emendas para alterar PEC do fim da escala 6x1
Senadores da oposição apresentam emendas para alterar PEC do fim da escala 6x1
Propostas apresentadas no Senado ampliam o prazo de transição e permitem exceções à redução da jornada semanal prevista no texto aprovado pela Câmara
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Senadores da oposição apresentaram uma série de emendas à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa pôr fim à escala de trabalho 6x1 e reduzir a jornada semanal. As propostas, protocoladas por Izalci Lucas (PL-DF) e Hermes Klann (PL-SC), incluem ampliar o período de transição para a jornada de 40 horas semanais de dois para quatro anos, permitir a manutenção das 44 horas por meio de convenção coletiva e criar políticas de desoneração da folha de pagamento para empresas que adotarem a redução.
- Além das emendas, a oposição articula estratégias para adiar a votação da PEC para depois das eleições. Entre as táticas estão o pedido para que a proposta seja analisada também pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), após a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e a apresentação de requerimentos para postergar a votação, exigir votação nominal e impedir a dispensa de prazos regimentais, caso o primeiro pedido seja negado. A PEC precisa da aprovação do Senado para seguir no Congresso.
Foto: Edilson Rodrigues | Agência Senado
Senadores da oposição apresentaram emendas para modificar pontos da PEC que prevê o fim da escala de trabalho 6x1. O movimento ocorre enquanto o Senado se prepara para analisar a proposta, com expectativa de votação na próxima semana. Na terça-feira (25), Izalci Lucas (PL-DF) e Hermes Klann (PL-SC), suplente do senador Jorge Seif, protocolaram pelo menos cinco emendas. Uma das propostas de Klann prevê ampliar de dois para quatro anos o período de transição para reduzir a jornada semanal de 44 para 40 horas. Outra permite manter as 44 horas semanais em setores que adotarem a medida por meio de convenção coletiva. Izalci também propôs permitir a manutenção da jornada de 44 horas e criar uma política de desoneração da folha de pagamento para empresas que reduzirem a jornada. Oposição tenta adiar votação - Além das emendas, senadores da oposição articulam estratégias para adiar a votação da PEC para depois das eleições. Entre as medidas está um pedido para que a proposta seja analisada também pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), após passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Caso o pedido não seja aprovado, a oposição pretende apresentar requerimentos para postergar a votação, exigir votação nominal e impedir a dispensa de prazos regimentais entre as etapas de análise. A PEC precisa ser aprovada pelo Senado para avançar no Congresso.
Jerônimo diz que mais de 80% dos casos da regulação na Bahia são resolvidos em 24 horas
Governador atribuiu a redução da pressão sobre o sistema à ampliação da rede hospitalar e cobrou fortalecimento da atenção básica pelos municípios.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Governador Jerônimo Rodrigues defendeu o sistema estadual de regulação de pacientes, afirmando que mais de 80% dos casos são resolvidos em até 24 horas, durante entrevista no programa Balanço Geral da Record Bahia.
- Ele destacou a expansão da rede hospitalar, a descentralização dos serviços e fez um apelo aos prefeitos para reforçar a atenção básica, citando municípios como Teixeira de Freitas, Barreiras e Cajazeiras como exemplos de redução de deslocamentos e superlotação.
Foto: Mateus Landim GOVBA
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) defendeu, nesta terça-feira (25), o sistema estadual de regulação de pacientes e afirmou que a maioria dos casos é resolvida em até 24 horas. A declaração foi dada durante entrevista ao programa Balanço Geral, da Record Bahia, em resposta às críticas sobre a demora na transferência de pacientes para unidades de saúde. "Mais de 80% dos casos da regulação são resolvidos em 24 horas. Em 24 horas resolve", afirmou o governador. Segundo Jerônimo, os investimentos na ampliação da rede hospitalar têm contribuído para reduzir a pressão sobre o sistema de regulação. Ele destacou que, nos últimos três anos, o Estado entregou 15 hospitais, além de outras estruturas voltadas ao atendimento da população. "Hoje, fora hospitais municipais, as unidades básicas de saúde, as unidades de pronto atendimento, os hospitais, clínicas, até porque mais de 80% dos casos da regulação são resolvidos em 24 horas", declarou. O governador também afirmou que a expansão da rede de saúde no interior tem reduzido a necessidade de deslocamentos para grandes centros. Como exemplo, citou municípios como Teixeira de Freitas e Barreiras. "Então nós estamos chegando perto dessas pessoas, com atendimento mais rápido e mais curto. Evitando que as pessoas andem muito", disse. Durante a entrevista, Jerônimo também fez um apelo aos prefeitos para que reforcem a atenção básica nos municípios. Segundo ele, a falta de atendimento primário adequado contribui para a superlotação das unidades de referência. "Se a prefeitura não fizer o trabalho, sobrecarregaria em Salvador. Tem, por exemplo, Cajazeiras, que não tem atendimento de atenção básica suficiente para as pessoas. Vão para onde? Vão procurar alguma coisa e a hipótese é fila, ocupando a vaga daquele que já daria para entrar também", declarou. O governador afirmou que a estratégia do Estado é ampliar a rede de atendimento e descentralizar os serviços para aproximar a assistência da população e reduzir a demanda sobre a regulação e os hospitais de maior complexidade.
Justiça começa a barrar uso de ‘Bolsonaro’ por candidatos sem vínculo familiar; entenda
Legislação permite apelidos e nomes pelos quais candidatos são conhecidos, mas proíbe identificações que gerem dúvida sobre vínculos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça Eleitoral tem impedido candidatos sem vínculo familiar com Jair Bolsonaro de usar o sobrenome do ex‑presidente no nome de urna, alegando risco de confusão sobre parentesco. Decisões recentes no Rio de Janeiro e em Mato Grosso retiraram referências como "Renato Araújo do Bolsonaro" e "Flaviane do Bolsonaro", reforçando a discussão sobre o uso eleitoral de nomes de líderes políticos.
- O caso faz parte de uma maior fiscalização que já identificou 39 candidatos usando os nomes de Lula ou Bolsonaro em 2026, com o Ministério Público Eleitoral solicitando a retirada de referências em pelo menos sete situações. A medida destaca a importância de evitar nomes que possam sugerir relações inexistentes e garante a clareza na identificação dos candidatos.
Foto: Ton Molina | STF
A Justiça Eleitoral começou a impedir que candidatos sem vínculo familiar com Jair Bolsonaro usem o sobrenome do ex-presidente no nome de urna. Decisões recentes no Rio de Janeiro e em Mato Grosso determinaram a retirada da referência e reforçaram a discussão sobre o uso eleitoral de nomes de líderes políticos. As informações são do O Globo. No Rio, o candidato do Partido Liberal (PL) a deputado federal Renato de Araújo Corrêa foi impedido de disputar a eleição como “Renato Araújo do Bolsonaro”. Em Mato Grosso, a candidata do Novo a deputada estadual Flaviane Ramalho de Oliveira também teve rejeitado o nome “Flaviane do Bolsonaro” e deverá concorrer como “Dr.ª Flaviane Ramalho”. Decisões nos estados - No caso de Renato, a defesa apresentou registros para comprovar sua proximidade com a família Bolsonaro. Ele é amigo do ex-presidente e mantém relação pública com seus familiares. O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), porém, considerou que essa ligação não permite incorporar “Bolsonaro” à identificação eleitoral, devido ao risco de confundir o eleitor sobre um possível parentesco. Em Mato Grosso, Flaviane alegou que “do Bolsonaro” representava sua identificação política com o bolsonarismo, e não uma relação familiar. O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) rejeitou o argumento porque ela não demonstrou ser conhecida por esse nome antes da eleição. Nas disputas de 2022 e 2024, havia usado “Dra. Flaviane Ramalho”. As decisões fazem parte de uma disputa maior. Segundo o O Globo, 39 candidatos registraram Lula ou Bolsonaro no nome de urna neste ano, e o Ministério Público Eleitoral já havia pedido a retirada dessas referências em pelo menos sete casos. Entre os nomes questionados estão “Alessandro Bolsonaro”, “Negona do Bolsonaro”, “Rodrigo Bolsonaro”, “Bruno Bolsonaro Scheid” e “Fabiana Bolsonaro”. Regra eleitoral - A legislação permite o uso de prenome, sobrenome, apelido, nome abreviado ou outra identificação pela qual o candidato seja conhecido. O problema surge quando a escolha pode criar dúvida sobre sua identidade ou sugerir uma relação inexistente. Também há um caso semelhante envolvendo Lula: o MPE questionou o uso de “Cadu de Lula” por Carlos Eduardo Xavier, candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) ao governo do Rio Grande do Norte. Os primeiros julgamentos de 2026 retomam decisões anteriores da Justiça Eleitoral. Em 2022, o TRE-RJ já havia impedido candidatos sem parentesco com Bolsonaro de usar os nomes “Max Bolsonaro” e “Helio Bolsonaro”. Agora, as novas decisões podem influenciar a análise de outros registros que ainda aguardam julgamento.
Relator do fim da escala 6x1 promete apresentar relatório no Senado na quinta-feira
Senador Omar Aziz ainda avalia se manterá a versão aprovada pela Câmara e prevê análise da proposta pela CCJ na próxima semana
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Omar Aziz, relator da Proposta de Emenda à Constituição que busca acabar com a escala 6x1, anunciou que apresentará seu parecer na quinta-feira (27) e que ainda não decidiu se manterá o texto aprovado pela Câmara.
- A proposta, que conta com o apoio do governo Lula, precisará ser analisada pela Comissão de Constituição e Justiça antes de ser votada no plenário do Senado, em um calendário eleitoral que deixa apenas uma semana de votações entre 31 de agosto e 4 de setembro.
Foto: Carlos Moura | Agência Senado
O senador Omar Aziz (PSD-AM), relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1, afirmou nesta segunda-feira (24) que pretende apresentar seu parecer na quinta-feira (27). A previsão atende à expectativa do governo Lula de acelerar a tramitação da proposta, mas o parlamentar ainda não decidiu se manterá o texto aprovado pela Câmara. A informação é da Folha de São Paulo. “Quero apresentar o relatório na quinta, para podermos votar na outra quarta-feira [na CCJ]. Ainda vou analisar a proposta, não decidi se manterei ou não [o texto da Câmara]”, afirmou Aziz. Antes de chegar ao plenário do Senado, a PEC precisa ser analisada pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), presidida pelo senador Otto Alencar (PSD-BA), aliado do governo. Com o calendário eleitoral, o Congresso terá apenas uma semana de votações, entre 31 de agosto e 4 de setembro, antes das eleições. Por isso, o governo tenta acelerar a análise para aprovar a proposta na CCJ e, se houver acordo, levá-la ao plenário no mesmo dia.
Lula diz que filho terá direito de provar inocência em investigação da PF
Lula diz que filho terá direito de provar inocência em investigação da PF
Presidente afirmou que não interfere no trabalho da Polícia Federal e defendeu o direito à ampla defesa.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Lula afirmou que "todo mundo tem o direito de provar ser inocente" ao comentar a investigação da Polícia Federal que envolve seu filho mais velho, Fábio Luís Lula da Silva, por suspeitas de tráfico de influência e corrupção em favor de empresas junto ao governo federal. Ele destacou que não interfere no trabalho dos órgãos de investigação e defendeu a ampla defesa.
- O presidente também alertou para a cautela diante das informações divulgadas durante as investigações, ressaltando que a mesma lógica se aplica a qualquer pessoa, inclusive membros da família, e que ninguém está impune se cometer erro.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que "todo mundo tem o direito de provar ser inocente" ao comentar a investigação da Polícia Federal que envolve seu filho mais velho, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, por suspeitas de tráfico de influência e corrupção em favor de empresas junto ao governo federal. A declaração foi dada em entrevista à Record, na noite deste domingo (23). Durante a conversa, Lula afirmou que não interfere no trabalho dos órgãos de investigação e defendeu que todos tenham direito à ampla defesa. "Eu não sou um presidente que tenta proibir investigação. Eu não ameaço mandar ministro embora, eu não ameaço delegado. Todo mundo tem o direito de provar ser inocente. Se isso acontecer, eles serão perdoados, mas se alguém cometeu erro, e esse erro for ser prejuízo aos quais todos essas pessoas terão que pagar", declarou. O presidente também disse que é preciso cautela diante das informações divulgadas durante as investigações e afirmou que o mesmo entendimento vale para qualquer pessoa, inclusive integrantes de sua família. "Olha, eu acho que há muita ilação e nós temos que tomar muito cuidado com isso. Quando começa a vazar [informações] você pode perder o equilíbrio. [...] Eu tenho dito para pessoas que são inocentes: 'provem, não tem coragem de ser investigado, de participar de inquérito'. Isso vale pro meu filho, vale pra qualquer pessoa. Ninguém está impune se cometeu erro", acrescentou.
Debate da Band reúne só três candidatos e vira palco de críticas aos ausentes
Debate da Band reúne só três candidatos e vira palco de críticas aos ausentes
Renan Santos, Ronaldo Caiado e Augusto Cury participaram; Cury anunciou desistência antes da transmissão, mas voltou atrás
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O debate presidencial da TV Bandeirantes, realizado na noite de domingo (23), contou apenas com Renan Santos, Ronaldo Caiado e Augusto Cury, enquanto Lula, Bolsonaro e Zema faltaram, o que dominou a discussão. Cury, que inicialmente se recusou a participar, mudou de ideia e entrou no estúdio, mas o debate foi marcado por críticas e acusações de “covardes” contra os ausentes.
- Durante o evento, Lula concedeu uma entrevista simultânea à TV Record, abordando temas como segurança pública, economia e investigações envolvendo seu filho, enquanto os demais candidatos criticaram a ausência dos concorrentes e pediram explicações públicas.
Foto: Divulgação | TV Bandeirantes
O debate presidencial da TV Bandeirantes, realizado na noite deste domingo (23), teve apenas três dos seis candidatos convidados no estúdio. Participaram Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante). Já Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo) não compareceram, ausência que dominou o tom das discussões. Horas antes da transmissão, o debate ganhou um episódio inesperado: Augusto Cury anunciou que não participaria. Minutos depois, após falar com a imprensa na área externa, o candidato mudou de posição e decidiu entrar no estúdio. Durante os três blocos, Renan Santos abriu o debate com críticas duras aos adversários ausentes, chamando Lula e Flávio Bolsonaro de “covardes”. Em outro momento, fez declarações polêmicas sobre o eleitorado lulista, o que levou Augusto Cury a reagir e pedir menos agressividade no debate. Ronaldo Caiado também direcionou críticas aos candidatos que não compareceram, destacando sua trajetória política e afirmando nunca ter sido envolvido em escândalos. O goiano questionou a ausência dos adversários e cobrou explicações públicas. Enquanto o debate acontecia, Lula concedia entrevista à TV Record, exibida simultaneamente. Em cerca de 20 minutos, o presidente respondeu perguntas sobre segurança pública, economia, violência contra a mulher e as investigações envolvendo seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Lula afirmou que “se alguém está agindo de forma equivocada, esse alguém vai ter que ser investigado”.
Alcolumbre encaminha PEC do fim da escala 6x1 para comissão do Senado
Alcolumbre encaminha PEC do fim da escala 6x1 para comissão do Senado
Proposta será analisada pela CCJ, onde terá Omar Aziz como relator
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que visa abolir a escala de trabalho 6x1, reduzindo a jornada máxima para 40 horas semanais e garantindo dois dias de descanso remunerado sem redução salarial. O senador Omar Aziz será o relator da matéria, que já foi aprovada pela Câmara dos Deputados em 27 de maio.
- Além da PEC da jornada de trabalho, Alcolumbre também enviou à CCJ a PEC da Segurança Pública (18/2025), que prevê mudanças na organização do sistema de segurança e destina parte da arrecadação das apostas esportivas a fundos nacionais para segurança e penitenciário. Ambas as propostas precisam ser aprovadas pela CCJ, pelo plenário do Senado e, em seguida, promulgadas em sessão solene do Congresso Nacional.
Foto: Reprodução
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), encaminhou nesta sexta-feira (21) à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1. O senador Omar Aziz (PSD-AM) será o relator da matéria. O envio ocorre após Alcolumbre sinalizar, na semana passada, que pretendia acelerar a tramitação da proposta no Senado. A decisão veio depois de conversas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre as prioridades da Casa. A PEC, aprovada pela Câmara dos Deputados em 27 de maio, estabelece a redução da jornada máxima para 40 horas semanais e garante dois dias de descanso semanal remunerado, sem redução salarial. O texto ainda precisa passar pela análise da CCJ antes de seguir para o plenário. Além da proposta sobre a jornada de trabalho, Alcolumbre encaminhou à CCJ a PEC da Segurança Pública (18/2025). O texto terá como relator o senador Rogério Carvalho (PT-SE) e prevê mudanças na organização do sistema de segurança pública, incluindo a destinação de parte da arrecadação das apostas esportivas para fundos nacionais voltados à segurança e ao sistema penitenciário. As duas propostas precisam ser aprovadas pela CCJ e, posteriormente, pelo plenário do Senado. Para serem aprovadas como emendas à Constituição, necessitam de pelo menos 49 votos favoráveis, em dois turnos de votação. Depois disso, os textos são promulgados em sessão solene do Congresso Nacional.
Otto Alencar e Alcolumbre definem relatores de PECs do fim da escala 6x1 e da Segurança Pública
Omar Aziz será responsável pela proposta que reduz a jornada de trabalho, enquanto Rogério Carvalho relatará o texto que amplia a atuação federal no combate ao crime organizado
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Otto Alencar, definiu com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, os relatores das PECs que tratam do fim da escala 6x1 e da Segurança Pública, nomeando Omar Aziz e Rogério Carvalho, respectivamente. As propostas foram encaminhadas à CCJ na última sexta-feira e são consideradas estratégicas pelo presidente Lula no contexto eleitoral, com a expectativa de votação no próximo esforço concentrado do Senado.
- A PEC do fim da escala 6x1 reduz a jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, com transição gradual, enquanto a PEC de Segurança Pública cria um sistema único de segurança na Constituição, amplia as atribuições da Polícia Federal, constitucionaliza fundos de Segurança Pública e Penitenciário, e prevê mecanismos de combate a facções e milícias de alta periculosidade.
Foto: Reprodução | Agência Senado
O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), definiu com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), os relatores das PECs que tratam do fim da escala 6x1 e da Segurança Pública. O senador Omar Aziz (PSD-AM) ficará responsável pela relatoria da proposta que prevê o fim da escala 6x1. Já Rogério Carvalho (PT-SE) será o relator da PEC da Segurança Pública. As duas propostas foram encaminhadas à CCJ nesta sexta-feira (21) e são consideradas estratégicas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no contexto eleitoral. Segundo Otto Alencar, os relatores agora devem definir o cronograma de análise das matérias. A partir disso, será avaliada a possibilidade de votação durante o próximo esforço concentrado do Senado, previsto para o fim de agosto e o início de setembro. PECs - A PEC do fim da escala 6x1 reduz a jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, com dois dias de descanso remunerado por semana, sem redução salarial. A transição prevê redução para 42 horas nos primeiros dois meses e, depois, mais 12 meses para chegar às 40 horas. A mudança poderá ser aplicada a empresas que funcionam todos os dias, desde que sejam respeitados os limites de jornada e folgas. Já a PEC da Segurança Pública cria um sistema único de segurança pública na Constituição, com responsabilidades compartilhadas entre União, estados e municípios. O texto amplia as atribuições da Polícia Federal para combater organizações criminosas e milícias com atuação interestadual ou internacional e permite que a PRF atue também em ferrovias e hidrovias. A proposta ainda constitucionaliza os fundos nacionais de Segurança Pública e Penitenciário. A PEC também prevê mecanismos de combate a facções e milícias de alta periculosidade. A redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, que chegou a ser incluída em uma versão anterior, foi retirada antes da votação e deverá ser discutida separadamente.
Caso Lulinha reduz vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro em pesquisas internas do PT
Levantamentos apontam impacto do escândalo envolvendo o filho do presidente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Pesquisas internas do PT revelam que a vantagem de Lula em cenários eleitorais contra Flávio Bolsonaro caiu de sete a dez pontos para apenas dois a três, após a repercussão do caso envolvendo Fábio Lula Luís da Silva, conhecido como Lulinha. A informação, divulgada pela coluna de Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo, destaca que o episódio já se tornou pauta de preocupação entre eleitores, influenciando as pesquisas qualitativas.
- O inquérito aponta que a lobista Roberta Luchsinger teria usado o nome de Lulinha para tentar intermediar a venda de canabidiol ao governo federal, além de ter pago R$ 217 mil em despesas de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, e de auxiliar na compra de joias para a esposa de Lula. Marcola afirma que os valores correspondem a um empréstimo já devolvido, mas a divulgação do caso continua a impactar a percepção pública e a estratégia de comunicação do partido.
Foto: Reprodução | Folha Press
Pesquisas internas realizadas pelo PT registraram uma redução na vantagem do presidente Lula em cenários eleitorais contra Flávio Bolsonaro após a repercussão do caso envolvendo Fábio Lula Luís da Silva, o Lulinha. Segundo dirigentes do partido, a diferença que antes variava entre sete e dez pontos caiu, nesta semana, para dois a três pontos. As informações foram divulgadas pela coluna de Mônica Bergamo, no jornal Folha de S.Paulo. De acordo com a publicação, levantamentos qualitativos — em que grupos de eleitores discutem temas com mediadores — mostram que o episódio já entrou na pauta de preocupações de parte do eleitorado. O caso, antes restrito ao noticiário, passou a ser citado espontaneamente por entrevistados que demonstram familiaridade com o assunto e mencionam críticas ao comportamento atribuído ao filho do presidente. As investigações que envolvem Lulinha apontam que a lobista Roberta Luchsinger teria usado o nome dele para tentar intermediar a venda de canabidiol ao governo federal. O inquérito também indica que ela pagou R$ 217 mil em despesas do ex-chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, que teria recebido ajuda da empresária para marcar reuniões com autoridades. Luchsinger também o auxiliou na compra de joias destinadas à esposa no Dia das Mães. Marcola afirma que os valores se referem a um empréstimo já devolvido. Segundo a coluna da Folha, a entrada do tema nas conversas qualitativas é apontada como um dos fatores que explicam a redução da vantagem de Lula nos levantamentos internos. As informações têm sido usadas para orientar estratégias de comunicação e monitorar o impacto do caso no cenário político.
Lula quer investigação sobre vazamentos de informações de caso envolvendo filho
Lula quer investigação sobre vazamentos de informações de caso envolvendo filho
Presidente também defende que Lulinha preste depoimento à Polícia Federal para esclarecer suspeitas levantadas na investigação
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Lula defende apuração do vazamento de informações sigilosas sobre seu filho, Fábio Luís Lula, e exige que o Lulinha preste depoimento à Polícia Federal para esclarecer suspeitas.
- O caso, que já tramita no STF sob o ministro Flávio Dino, envolve mensagens trocadas com a lobista Roberta Luchsinger e conversas com ex-chefe de gabinete, levantando questões sobre possíveis intermediações e a origem dos vazamentos.
Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a defender a apuração do vazamento de informações sigilosas relacionadas à investigação que envolve seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Ao mesmo tempo, o presidente quer que o filho preste depoimento à Polícia Federal o quanto antes para esclarecer as suspeitas levantadas no caso. Entre os dados que vieram a público estão mensagens trocadas entre Lulinha e a lobista Roberta Luchsinger, investigada por suspeita de intermediar negócios junto ao governo. Conversas envolvendo um ex-chefe de gabinete também aparecem entre os elementos relacionados à apuração. Lula questiona a divulgação de informações que estavam sob sigilo e defende que seja investigada a origem dos vazamentos. O caso ocorre em meio a uma apuração que já tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a divulgação de dados protegidos por sigilo de investigações em andamento. O inquérito no STF é relatado pelo ministro Flávio Dino. Lula defende depoimento do filho - Além da apuração sobre os vazamentos, Lula quer que Lulinha seja ouvido pela Polícia Federal. A intenção é que o filho do presidente apresente esclarecimentos sobre as relações e conversas que passaram a integrar a investigação. Lula também tem defendido que, até o momento, não foi identificado nenhum “ato de ofício” que demonstre que Lulinha tenha atuado para viabilizar negócios dentro do governo em benefício de Roberta Luchsinger. As suspeitas envolvendo o filho do presidente ainda são objeto de investigação. A apuração busca esclarecer o conteúdo das relações mencionadas e eventual participação em negócios ou intermediações junto ao governo federal.
Ivana Bastos reúne 22 prefeitos em encontro político no Sudoeste da Bahia
Ivana Bastos reúne 22 prefeitos em encontro político no Sudoeste da Bahia
Evento em Guanambi marca primeira mobilização da campanha e reforça apoio de gestores da região
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Na noite de segunda‑feira (17), a candidata a deputada estadual Ivana Bastos reuniu 22 prefeitos e prefeitas do Sudoeste da Bahia em Guanambi, marcando o primeiro grande encontro de mobilização de sua campanha. O evento contou com ex‑prefeitos, lideranças políticas e apoiadores de municípios como Feira da Mata, Malhada, Iuiu, Palmas de Monte Alto, entre outros, e incluiu discursos de apoio que destacaram a presença constante da candidata, parcerias firmadas e resultados em infraestrutura, saúde e desenvolvimento regional.
- Além de reforçar o compromisso de ampliar a mobilização política nas cidades, a reunião teve um momento emotivo quando Ivana lembrou de seu pai, Fernando Bastos, ao falar sobre o significado do espaço Guadalajara, local onde o encontro foi realizado. O encontro marca o início oficial da caminhada eleitoral de Ivana Bastos no Sudoeste baiano, com novos encontros regionais previstos nas próximas semanas.
Foto: Divulgação
A candidata a deputada estadual Ivana Bastos reuniu 22 prefeitos e prefeitas do Sudoeste da Bahia na noite de segunda‑feira (17), em Guanambi, durante o primeiro grande encontro de mobilização de sua campanha. O evento também contou com a presença de ex‑prefeitos, lideranças políticas e apoiadores de diversos municípios da região. Participaram gestores de cidades como Feira da Mata, Malhada, Iuiu, Palmas de Monte Alto, Urandi, Pindaí, Candiba, Matina, Igaporã, Botuporã, Caturama, Rio de Contas, Livramento de Nossa Senhora, Caetité, Ibiassucê, Licínio de Almeida, Caculé, Rio do Antônio, Malhada de Pedras, Dom Basílio e Serra do Ramalho, entre outras. O encontro foi marcado por discursos de apoio e reconhecimento ao trabalho desenvolvido por Ivana nos municípios ao longo dos últimos anos. Os prefeitos destacaram a presença constante da candidata na região, as parcerias firmadas com as administrações municipais e os resultados obtidos em áreas como infraestrutura, saúde e desenvolvimento regional. A reunião também reforçou o compromisso do grupo em ampliar a mobilização política nas cidades, envolvendo vereadores, lideranças comunitárias e apoiadores. Em um dos momentos mais emocionantes da noite, Ivana lembrou do pai, Fernando Bastos, ao falar sobre o significado do espaço Guadalajara, local onde o encontro foi realizado. “É o primeiro evento político da minha vida sem o meu pai aqui na Guadalajara. Foi aqui que eu conheci a política e foi aqui que eu aprendi política. Estar neste lugar, cercada por tantos amigos, prefeitos, prefeitas e lideranças que caminham comigo há tantos anos, tem um significado muito especial”, disse. A mobilização marca o início oficial da caminhada eleitoral de Ivana Bastos no Sudoeste baiano e deve ser seguida por novos encontros regionais nas próximas semanas.
Renan Santos promete intervenção federal na Bahia em caso de vitória nas eleições
O presidenciável sustenta que a proposta tem como objetivo retomar áreas dominadas por facções criminosas e ampliar a atuação das forças federais na segurança pública
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Renan Santos, candidato à Presidência da República pelo partido Missão, anunciou que, caso seja eleito, decretaria intervenção federal em vários estados, incluindo Bahia e Ceará, para combater organizações criminosas. Ele afirmou que a medida dependerá da colaboração dos governos estaduais e que não implicaria afastar os governadores, mas sim fortalecer a atuação das forças federais.
- O plano inclui o uso de instrumentos constitucionais como a Garantia da Lei e da Ordem (GLO) e o Estado de Defesa, além da adoção do Direito Penal do Inimigo (DPI), visando retomar territórios dominados por facções criminosas e intensificar a campanha contra o crime organizado desde o primeiro dia de mandato.
Foto: Reprodução
O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) afirmou que pretende decretar intervenção federal na área da segurança pública em diversos estados brasileiros, entre eles a Bahia, caso seja eleito. A declaração foi feita durante sabatina promovida pelo SBT News, quando o presidenciável citou diretamente os governadores da Bahia e do Ceará. Segundo Renan, a medida dependerá da colaboração dos governos estaduais no combate às organizações criminosas. "Vou fazer intervenção em praticamente todos os Estados da Federação. A intervenção não significa que eu vou afastar o governador. Isso eu vou fazer no Rio de Janeiro, e já vou dar o recado para os governadores da Bahia e do Ceará. Se eles não cooperarem na guerra contra o crime, vou fazer uma intervenção", declarou. O presidenciável sustenta que a proposta tem como objetivo retomar áreas dominadas por facções criminosas e ampliar a atuação das forças federais na segurança pública. O plano de governo apresentado por Renan Santos prevê que, logo no início de uma eventual gestão, sejam utilizados instrumentos constitucionais como a Garantia da Lei e da Ordem (GLO) e o Estado de Defesa para enfrentar o crime organizado. “Desde o primeiro dia do governo, estaremos em campanha contra o crime organizado, utilizando os mecanismos da GLO e do Estado de Defesa para romper o controle territorial das facções”, afirma o documento. Entre as propostas do candidato também está a adoção do chamado Direito Penal do Inimigo (DPI) como fundamento jurídico para intensificar o enfrentamento às facções criminosas.
Prazo para solicitar voto em trânsito termina nesta semana; confira
Prazo para solicitar voto em trânsito termina nesta semana; confira
Eleitores podem fazer a solicitação pela internet ou presencialmente em cartórios eleitorais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Termina nesta quinta-feira (20) o prazo para os eleitores solicitarem a habilitação para o voto em trânsito para as eleições de outubro. O procedimento pode ser realizado de forma online, por meio do portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ou presencialmente em qualquer cartório eleitoral do país mediante a apresentação de um documento oficial de identidade com foto.
- A modalidade é permitida apenas em capitais e municípios com mais de 100 mil eleitores, com regras específicas para cada caso. Quem estiver no mesmo estado de seu domicílio eleitoral poderá votar para todos os cargos, ao passo que quem estiver em outro estado poderá votar somente para presidente da República.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O prazo para eleitores solicitarem a habilitação para votar em trânsito nas eleições de outubro termina nesta quinta-feira (20). O pedido pode ser feito pela página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na internet ou presencialmente em qualquer cartório eleitoral do país. Pela internet, o eleitor deve acessar a opção “Fazer Transferência temporária do local de votação”, preencher os dados solicitados, consultar os locais disponíveis e seguir as orientações da página do TSE. No atendimento presencial, é necessário comparecer ao cartório eleitoral mais próximo com um documento oficial de identificação com foto. O voto em trânsito é permitido exclusivamente em capitais e municípios com mais de 100 mil eleitores. Quem votar em uma cidade do mesmo estado do domicílio eleitoral poderá escolher todos os cargos em disputa. Já quem estiver em outro estado poderá votar apenas para presidente da República. O eleitor também pode indicar cidades diferentes para cada turno, e alterações ou cancelamentos só podem ser feitos até 20 de agosto. O primeiro turno será realizado em 4 de outubro, com votação para deputado federal, deputado estadual ou distrital, governador, senador e presidente. O segundo turno, se necessário, está marcado para 5 de outubro. Eleitores com título registrado no exterior que estiverem no Brasil poderão votar em trânsito apenas para presidente, enquanto quem tem título no Brasil e estiver fora do país não poderá utilizar essa modalidade.
Patrimônio de Jaques Wagner cresce mais de 600% em oito anos, aponta declaração ao TSE
Senador informa R$ 24,5 milhões em bens; aumento envolve venda de terreno ao Bahia e negociação de imóvel de luxo em Salvador
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O patrimônio declarado pelo senador Jaques Wagner (PT-BA) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a eleição deste ano apresentou um crescimento de 631% em comparação com o informado há oito anos. Em 2018, o parlamentar registrou R$ 3,3 milhões em bens, enquanto agora a soma chega a R$ 24,5 milhões.
- A maior parte do patrimônio informado vem da venda de um terreno à Sociedade Anônima de Futebol (SAF) do Bahia e à Lagoons Empreendimentos, no valor de R$ 13,8 milhões. Além disso, Wagner é investigado pela Polícia Federal por suspeita de recebimento de propina do Banco Master, com a apuração de possíveis crimes financeiros atribuídos ao banco. Outros bens, como um apartamento no Corredor da Vitória em Salvador e uma área de terras em Vila de Abrantes, também integram o patrimônio do senador, que apresentou um aumento significativo em aplicações financeiras e veículos.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
O patrimônio declarado pelo senador Jaques Wagner (PT‑BA) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a eleição deste ano cresceu 631% em comparação com o informado há oito anos. Em 2018, o parlamentar registrou R$ 3,3 milhões em bens. Agora, a soma chega a R$ 24,5 milhões, segundo dados apresentados à Justiça Eleitoral. O valor pode ser ainda maior. Um apartamento de quatro quartos no Corredor da Vitória, em Salvador, declarado por Wagner como bem de R$ 1,6 milhão, foi vendido por R$ 10 milhões ao prefeito de Conceição do Coité, Marcelo Passos de Araújo. O montante já foi integralmente quitado. Venda de terreno ao Bahia e bloqueio judicial - A maior parte do patrimônio informado pelo senador vem da venda de um terreno à Sociedade Anônima de Futebol (SAF) do Bahia e à Lagoons Empreendimentos, no valor de R$ 13,8 milhões. O local fica em Vila de Abrantes, em Camaçari, mesma região onde o clube planeja construir seu centro de treinamento. A reportagem do Estadão Conteúdo aponta que Wagner tentou vender outro terreno, avaliado em R$ 15 milhões, um dia após ser alvo de operação da Polícia Federal. A transferência, porém, foi barrada pelo cartório após ordem de bloqueio de bens assinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça. Na declaração ao TSE, Wagner informou R$ 13,8 milhões em crédito decorrente da venda do imóvel. Segundo a apuração, o senador teria solicitado R$ 2 milhões à vista, já pagos, e o restante em lotes de 5.510 m² do empreendimento imobiliário que será construído no local. Bens que deixaram de constar e novos investimentos - Em 2018, Wagner declarou ser dono de um lote de terras em Vila de Abrantes avaliado em R$ 28 mil — área que hoje integra o projeto adquirido pelo Bahia. Também não aparece mais na lista um apartamento no Rio de Janeiro, recebido como herança e avaliado em R$ 25 mil. O senador informou possuir apenas mais um imóvel: 50% de um sítio em Andaraí, na Chapada Diamantina, avaliado em R$ 204,4 mil. O percentual é menor do que o declarado em 2018, quando dizia ter 76% da propriedade. O valor em aplicações financeiras também cresceu. Há oito anos, Wagner declarou R$ 1,2 milhão em investimentos. Em 2026, o montante informado subiu para R$ 8,3 milhões, distribuídos em diferentes modalidades. O número de veículos também aumentou: de quatro carros avaliados em R$ 174 mil para seis automóveis que somam R$ 575 mil. Investigação da Polícia Federal - Wagner é investigado pela Polícia Federal por suspeita de recebimento de propina do Banco Master. A PF apura se o senador teria solicitado ao então sócio do banco, Augusto Lima, a compra de um apartamento de luxo de R$ 2,5 milhões em Salvador, supostamente destinado à filha do parlamentar. Segundo a investigação, o imóvel foi adquirido por uma empresa em nome de laranja, com recursos enviados pela corretora Reag, suspeita de atuar em conjunto nos crimes financeiros atribuídos ao Banco Master. A PF também apreendeu US$ 65.795 e 39 mil euros em endereços ligados ao senador durante operação realizada em junho deste ano. Os valores não aparecem na declaração enviada ao TSE. Wagner foi procurado pela reportagem, mas ainda não se manifestou.
Reprovação de Lula volta a superar aprovação, aponta Quaest
Reprovação de Lula volta a superar aprovação, aponta Quaest
Pesquisa encomendada pelo Grupo Globo mostra mudança e tendência,a mas dentro da margem de erro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ultrapassou novamente a aprovação, de acordo com a pesquisa Quaest divulgada recentemente. A pesquisa aponta que 48% dos entrevistados desaprovam a gestão do petista, enquanto 46% aprovam. Essa diferença, no entanto, encontra-se dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais.
- A nova pesquisa foi realizada em um contexto político de desgastes para o governo, com a abertura de inquéritos pela Polícia Federal para investigar suspeitas envolvendo o filho do presidente, Fábio Luis Lula da Silva, e enquanto o presidente tenta fortalecer apoio político no Congresso Nacional para as eleições de 2026 e avançar em projetos prioritários. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores e tem nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a superar numericamente a aprovação, segundo a nova pesquisa Quaest divulgada nesta sexta-feira. O levantamento aponta que 48% dos entrevistados desaprovam a gestão do petista, enquanto 46% aprovam. Outros 6% não souberam ou não responderam. A diferença, no entanto, está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Na rodada anterior, realizada no início de agosto, Lula tinha 48% de aprovação e 47% de desaprovação. Há um ano, a reprovação ao governo chegava a 51%. Em julho deste ano, a desaprovação estava em 47%, enquanto a aprovação era de 48%. A nova pesquisa foi realizada em meio a uma sequência de desgastes políticos envolvendo o presidente e seu governo. Nos últimos 15 dias, a Polícia Federal abriu três inquéritos para investigar suspeitas envolvendo Fábio Luis Lula da Silva, filho do presidente. As apurações tratam de possíveis casos de tráfico de influência na área da Saúde, favorecimento na Dataprev e negócios ilícitos relacionados ao governo. Ao mesmo tempo, Lula intensificou a articulação política com o Congresso Nacional. O movimento combina a busca por apoio para as eleições de 2026 com a tentativa de avançar, antes do primeiro turno, em projetos considerados prioritários pelo Palácio do Planalto. Na semana passada, o presidente se reuniu com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que declarou apoio à sua candidatura, e com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Alcolumbre já havia contribuído para destravar pautas de interesse do governo no Congresso, entre elas a discussão sobre o fim da escala de trabalho 6x1. Contratada pela TV Globo e pelo jornal O GLOBO, a pesquisa Quaest ouviu 2.004 eleitores entre segunda e quinta-feira. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-06773/2026.
Pesquisa Quaest aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro no 2º turno
Pesquisa Quaest aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro no 2º turno
Diferença entre os dois candidatos diminuiu nos últimos levantamentos, enquanto outros nomes testados pela Quaest ficam atrás do presidente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Quaest mais recente, divulgada em 14 de julho, aponta Lula (PT) à frente de Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno, com 43% das intenções de voto contra 40% do senador. A diferença entre os dois candidatos diminuiu em relação aos levantamentos anteriores, indicando um cenário de empate técnico considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.
- A pesquisa também simulou disputas entre Lula e outros candidatos, como Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), mostrando vantagem de Lula em todos esses cenários. A Quaest ouviu 2.004 eleitores e registrou a pesquisa na Justiça Eleitoral sob o número BR-06773/2026, com um nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais.
Foto: Wilton Junior | Estadão
A nova pesquisa Quaest, divulgada nesta sexta-feira (14), aponta Lula (PT) à frente de Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno. O presidente aparece com 43% das intenções de voto, enquanto o senador registra 40%. Outros 13% afirmam que votariam em branco ou nulo ou que não compareceriam às urnas. Os indecisos somam 4%. A diferença entre os dois candidatos diminuiu em relação aos levantamentos anteriores. Na pesquisa realizada no início de agosto, Lula tinha vantagem de cinco pontos sobre Flávio. Em julho, a distância era de oito pontos. Com a margem de erro de dois pontos percentuais, o cenário atual é considerado de empate técnico. O resultado também representa uma melhora no desempenho de Flávio em relação às pesquisas anteriores, após a repercussão das conversas atribuídas ao senador com Daniel Vorcaro, do Banco Master, que vieram a público em maio. O levantamento ouviu 2.004 eleitores entre segunda-feira (10) e quinta-feira (13). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-06773/2026. A Quaest também simulou disputas entre Lula e outros candidatos. Contra Ronaldo Caiado (PSD), o presidente aparece com 44%, ante 37% do governador. No cenário com Renan Santos (Missão), Lula registra 44%, contra 36%. Já diante de Romeu Zema (Novo), o petista tem 45%, enquanto o governador soma 34%.
Quaest: Lula tem 38% contra 31% de Flávio Bolsonaro no primeiro turno
Quaest: Lula tem 38% contra 31% de Flávio Bolsonaro no primeiro turno
Levantamento é o primeiro realizado após a escolha de Alfredo Gaspar como vice na chapa de Flávio Bolsonaro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Uma pesquisa realizada pela Quaest e divulgada na sexta-feira (14) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da disputa pelo Palácio do Planalto, com 38% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro (PL) com 31%. O levantamento também inclui outros candidatos, como Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão), com 4% cada, e Romeu Zema (Novo) com 2%. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Globo, e entrevistou 2.004 eleitores entre segunda (10) e quinta-feira (13), com uma margem de erro de dois pontos percentuais.
- Em um cenário de segundo turno, Lula aparece numericamente à frente, com 43% das intenções de voto, contra 40% de Flávio Bolsonaro. A pesquisa ocorre após fatos envolvendo os candidatos, incluindo a autorização do STF para investigar o filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, e a indicação do deputado federal Alfredo Gaspar para ocupar a vaga de vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro. Além disso, a pesquisa também considera o recorte de eleitores independentes, onde Lula aparece com 23%, seguido por Flávio com 16%, e outros candidatos com menores porcentagens.
Foto: Reprodução
Pesquisa Quaest divulgada nesta sexta-feira (14) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da disputa pelo Palácio do Planalto. Em um cenário de primeiro turno, Lula soma 38% das intenções de voto, contra 31% de Flávio Bolsonaro (PL). O levantamento foi encomendado pela TV Globo e pelo jornal O Globo. Na sequência aparecem Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão), com 4% cada. Romeu Zema (Novo) registra 2%. No levantamento anterior, divulgado na semana passada, Lula tinha 39%, enquanto Flávio aparecia com 30%. Caiado e Renan registravam 4% cada, e Zema, 2%. A comparação entre as pesquisas, porém, deve ser feita com cautela, já que os nomes apresentados aos entrevistados não são exatamente os mesmos. A Quaest entrevistou 2.004 eleitores entre segunda (10) e quinta-feira (13). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06773/2026. Entre os independentes - No recorte que considera apenas eleitores que se declaram independentes, Lula aparece com 23%, seguido por Flávio, com 16%. Renan Santos tem 8%, Caiado, 6%, e Zema, 3%. Nesse grupo, 20% ainda não decidiram o voto, enquanto 18% afirmam que pretendem votar em branco, anular ou não comparecer às urnas. A margem de erro para esse segmento é de quatro pontos percentuais. Segundo turno - Em uma eventual disputa de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente aparece numericamente à frente, com 43% das intenções de voto, contra 40% do senador. Outros 13% afirmam que votariam em branco ou nulo ou que não iriam às urnas. Já 4% permanecem indecisos. Pesquisa ocorre após fatos envolvendo os candidatos - O levantamento foi realizado após o STF autorizar a Polícia Federal a investigar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente, por suspeita de tráfico de influência. A PF também apura um repasse feito pela empresária Roberta Luchsinger a Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula. No caso de Flávio Bolsonaro, esta é a primeira pesquisa realizada após a indicação do deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), relator da CPI do INSS, para ocupar a vaga de vice na chapa presidencial. Gaspar também é alvo de um procedimento no STF relacionado a uma acusação de estupro de vulnerável feita por parlamentares. O deputado nega a acusação e colocou seu material genético à disposição para a realização de um exame de DNA. Segundo informações publicadas pelo O Globo, um comerciante apontado como peça importante na acusação apresentou versões diferentes sobre o episódio. Outro episódio ocorrido no período foi a reaproximação entre Flávio Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que havia publicado um vídeo com críticas ao senador.
Alcolumbre encaminha PECs da Segurança e do fim da escala 6x1 no Senado
Alcolumbre encaminha PECs da Segurança e do fim da escala 6x1 no Senado
Presidente do Senado afirma que PECs sobre escala 6x1 e segurança pública, além de projeto sobre minerais críticos e terras raras, seguirão tramitação nas comissões
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, encaminhou para análise das comissões três matérias consideradas prioridades do governo federal, após encontros com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As matérias incluem a PEC que prevê o fim da escala 6x1, a PEC da Segurança Pública e o projeto de lei sobre minerais críticos e terras raras.
- As propostas serão analisadas pelas comissões do Senado e ainda não há previsão de votação. A reaproximação entre Lula e Alcolumbre é vista como importante para destravar projetos considerados estratégicos para o Palácio do Planalto, incluindo a pauta de segurança pública e a exploração de minerais críticos e terras raras. O governo busca avançar com essas medidas e a retomada do diálogo entre Lula e Alcolumbre é considerada fundamental para o andamento das propostas.
Foto: Ton Molina | Agência Senado
Após três encontros com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta semana, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), encaminhou para análise das comissões três matérias apontadas como prioridades do governo federal no Congresso. Entre elas estão a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1, a PEC da Segurança Pública e o projeto de lei que cria um marco legal para minerais críticos e terras raras. Em nota divulgada nesta sexta-feira (14), Alcolumbre afirmou que teve uma “importante conversa institucional” com Lula e classificou o diálogo como “maduro, franco e republicano”. Segundo o presidente do Senado, as matérias são de alta complexidade e deverão seguir o rito regimental da Casa, com análise e aprofundamento antes de eventual votação. As duas PECs foram encaminhadas à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), primeira etapa da tramitação antes de uma possível análise pelo plenário. Já o destino do projeto sobre minerais críticos e terras raras ainda não havia sido registrado no sistema do Senado. A pauta voltou a avançar após a reaproximação entre Lula e Alcolumbre, que haviam se afastado em meio a divergências políticas, especialmente após a rejeição da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF). Apesar do gesto de aproximação com o governo, a expectativa no Senado é de que a votação dessas propostas fique para depois das eleições de 2026. O Congresso terá apenas mais uma semana de esforço concentrado prevista para o início de setembro antes do período eleitoral. Além das três matérias, o governo também busca avançar com medidas relacionadas à exploração de minerais críticos e terras raras e com a pauta de segurança pública. A retomada do diálogo entre Lula e Alcolumbre é vista pelo governo como importante para destravar projetos considerados estratégicos para o Palácio do Planalto. Após a reunião entre os dois, o ministro das Relações Institucionais afirmou que, independentemente da tramitação das matérias no Senado, Alcolumbre deverá apoiar a chapa petista nas eleições de 2026.
Plano de governo de Flávio Bolsonaro propõe corte de pelo menos 10 ministérios
Plano de governo de Flávio Bolsonaro propõe corte de pelo menos 10 ministérios
Documento apresentado à Justiça Eleitoral também prevê fim da reeleição presidencial, mudanças no STF e redução de cargos e despesas administrativas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, apresentou seu programa de governo, que inclui medidas para reduzir o tamanho e os custos da máquina pública, como a redução de ministérios e cargos comissionados. Além disso, o programa propõe alterações na atuação do Supremo Tribunal Federal (STF), como a limitação de decisões monocráticas e a criação de uma quarentena de um ano para ministros de Estado antes de uma eventual indicação ao tribunal.
- O programa também aborda temas como segurança pública, economia e infraestrutura, com propostas como a classificação de organizações como PCC, Comando Vermelho e milícias como grupos narcoterroristas, a redução da maioridade penal para 16 anos e a construção de novos presídios federais de segurança máxima. Na área econômica, a meta é alcançar crescimento sustentado de 4% ao ano durante a próxima década, com medidas como revisão da reforma tributária e redução do IVA. O plano também inclui investimentos em infraestrutura, como rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e hidrovias, e medidas para digitalizar serviços públicos federais e criar uma identidade digital integrada ao Gov.br.
Foto: Jefferson Rudy |Agência Senado
O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, propõe reduzir em pelo menos dez o número de ministérios em um eventual governo entre 2027 e 2030. A medida faz parte do programa de governo apresentado à Justiça Eleitoral e prevê também cortes de cargos comissionados e redução de despesas administrativas. A proposta estabelece ainda uma revisão das normas que regulamentam a administração pública e mudanças no funcionamento das agências reguladoras, com avaliações periódicas dos dirigentes. A redução da estrutura ministerial é apresentada pelo candidato como parte de um conjunto de medidas voltadas à diminuição do tamanho e dos custos da máquina pública. Mudanças no STF e fim da reeleição - O programa também propõe alterações na atuação do Supremo Tribunal Federal (STF). Entre as medidas estão a limitação de decisões monocráticas e a criação de uma quarentena de um ano para ministros de Estado antes de uma eventual indicação ao tribunal. Flávio também defende que parlamentares sejam julgados por instâncias inferiores, como o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e os Tribunais Regionais Federais (TRFs). Outra proposta é impedir que parentes de até terceiro grau de ministros do STF e seus respectivos escritórios atuem no tribunal em que o magistrado exerce suas funções. O programa prevê ainda ampliar a participação da sociedade civil no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Na área política, Flávio defende o fim da reeleição para presidente da República. O programa cita uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada no Senado com esse objetivo e atribuída ao próprio candidato. Segurança pública - Para a segurança pública, o programa prevê classificar organizações como PCC, Comando Vermelho e milícias como grupos narcoterroristas, além de bloquear seus ativos. O candidato também propõe reduzir a maioridade penal para 16 anos e estabelecer punições para adolescentes a partir de 14 anos que cometam crimes considerados graves. O plano inclui ainda a construção de cinco novos presídios federais de segurança máxima e a criação de 500 mil vagas no sistema prisional em quatro anos. Outra medida seria instalar mais de 1 milhão de câmeras integradas a um sistema nacional de reconhecimento facial. Economia e infraestrutura - Na economia, a meta apresentada é alcançar crescimento sustentado de 4% ao ano durante a próxima década. O programa prevê revisão da reforma tributária, redução do IVA e medidas para diminuir a carga sobre produção e consumo, além de ações para estabilizar e posteriormente reduzir a relação entre dívida pública e PIB. O plano também estima R$ 900 bilhões em investimentos em infraestrutura ao longo de quatro anos, destinados a rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e hidrovias. Entre os projetos citados estão o Trem do Nordeste e a conclusão da Transnordestina. Na área social, a proposta prevê a manutenção dos benefícios existentes e ações de qualificação profissional, inserção no mercado de trabalho e acesso ao crédito. O programa também inclui medidas para digitalizar serviços públicos federais, ampliar o uso de inteligência artificial e criar uma identidade digital integrada ao Gov.br.
Lula usa dados de emprego para criticar gastos com jogos
Lula usa dados de emprego para criticar gastos com jogos
Presidente participou da divulgação de dados da Rais e defendeu o uso responsável do crédito e do dinheiro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o uso excessivo de dinheiro em jogos e defendeu o consumo responsável durante a divulgação dos dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais). Ele enfatizou que o problema está em assumir dívidas sem retorno para a vida financeira das pessoas e defendeu a orientação para que a população gaste apenas o que está dentro do próprio orçamento.
- De acordo com os dados apresentados pelo governo, o Brasil acumulou um saldo positivo de 10,1 milhões de empregos entre janeiro de 2023 e junho de 2026. Os setores de serviços, comércio, indústria, construção e agropecuária registraram crescimento, com os serviços tendo a maior alta, de 42% em relação a 2023. No entanto, os números mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) indicam uma desaceleração na contratação formal.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aproveitou a divulgação dos dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), nesta quinta-feira (13), para criticar o uso de dinheiro em jogos e defender o consumo responsável. Lula afirmou que não é contra o endividamento, desde que a dívida tenha um objetivo e possa ser paga. Segundo o presidente, o problema está em assumir dívidas sem retorno para a vida financeira das pessoas. Ele também defendeu que a população seja orientada a gastar apenas o que está dentro do próprio orçamento. Ao falar sobre jogos, Lula criticou o ciclo de dívidas provocado por apostas e afirmou que muitas pessoas acabam tentando recuperar perdas com novos gastos. A participação do presidente na divulgação dos dados da Rais foi considerada incomum. Lula normalmente não participa de eventos específicos dos ministérios. De acordo com os dados apresentados pelo governo, o Brasil acumulou saldo positivo de 10,1 milhões de empregos entre janeiro de 2023 e junho de 2026. Desse total, 5,35 milhões correspondem a vínculos no setor privado e 4,75 milhões ao setor público. O crescimento foi registrado nos setores de serviços, comércio, indústria, construção e agropecuária. Serviços tiveram a maior alta, de 42% em relação a 2023. Na agropecuária, o avanço foi de 5%. Entre as regiões, Norte e Centro-Oeste apresentaram os maiores crescimentos no período, de 34,7% e 28,6%, respectivamente. Apesar do resultado acumulado positivo, os números mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) indicam uma desaceleração na contratação formal. Entre abril e junho, o Caged registrou os piores resultados para o período desde 2020, durante a pandemia. Pela Rais, a variação acumulada no primeiro semestre de 2026 foi de 2,6%. Em 2025, o Brasil tinha 59,9 milhões de empregos formais, 5% a mais que no ano anterior. O aumento representou 2,8 milhões de vínculos. A maior parte dos trabalhadores estava no regime celetista, com 46,1 milhões de vínculos. O setor público reunia outros 12,6 milhões de servidores estatutários.
Nunes Marques restabelece filiação de Flávio ao PL e libera registro de candidatura
Ministro do STF determinou exclusão de vínculo com o Missão e acionou PF para investigar autoria da alteração no sistema
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Nunes Marques, determinou que a filiação do senador Flávio Bolsonaro ao PL seja restabelecida imediatamente. A decisão permite que a campanha utilize o sistema da Justiça Eleitoral para formalizar o registro da candidatura ao Palácio do Planalto. A medida foi tomada após uma alteração no cadastro partidário ter impedido Flávio de registrar sua candidatura.
- O ministro acolheu o pedido de tutela de urgência e determinou a retirada do registro de filiação ao partido Missão e a liberação imediata do Sistema Candex, utilizado para os pedidos de registro de candidatura. O caso será encaminhado à Polícia Federal para investigar a autoria e o contexto da alteração no cadastro partidário.
Foto: Carlos Moura | Agência Senado
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, determinou nesta quinta-feira (13) que a filiação do senador Flávio Bolsonaro ao PL seja restabelecida imediatamente. A decisão também permite que a campanha utilize o sistema da Justiça Eleitoral para formalizar o registro da candidatura dele à Presidência da República. A medida foi tomada após uma alteração no cadastro partidário ter impedido, mais cedo, que Flávio registrasse sua candidatura. O parlamentar passou a aparecer no sistema como filiado ao partido Missão, de Renan Santos. Nunes Marques acolheu o pedido de tutela de urgência apresentado pela defesa do senador e determinou que a filiação ao PL seja considerada válida desde 30 de novembro de 2021, quando ocorreu o vínculo original. O ministro também ordenou a retirada do registro de filiação ao Missão e a liberação imediata do Sistema Candex, utilizado para os pedidos de registro de candidatura. TSE manda investigar alteração - Na decisão, Nunes Marques destacou que Flávio permaneceu filiado ao PL desde 2021 e que, entre a noite de quarta-feira (12) e a manhã desta quinta, uma nova filiação foi registrada no Sistema de Filiação Partidária (FILIA) sem que o senador tivesse manifestado essa intenção. A alteração provocou automaticamente sua saída do PL e impediu o registro da candidatura. "A filiação partidária constitui condição de elegibilidade [...] e pressuposto para o exercício do direito de ser votado, não podendo ser suprimida por ato de terceiro estranho à vontade do filiado", escreveu o ministro. Para Nunes Marques, também não seria plausível que Flávio tivesse decidido espontaneamente trocar o PL pelo Missão. Além de ser candidato do PL à Presidência, o partido de destino já possui candidatura própria ao Palácio do Planalto, a de Renan Santos. Na avaliação do relator, a situação reforça os indícios de que a mudança não partiu do senador. O ministro ainda determinou a preservação dos registros de acesso e dos logs do Sistema FILIA relacionados à alteração. O caso será encaminhado à Polícia Federal, que deverá instaurar inquérito para investigar "a autoria, as circunstâncias e o contexto" do registro. Com a decisão, a campanha de Flávio poderá retomar o processo de registro da candidatura antes do prazo final estabelecido pela Justiça Eleitoral, que termina neste sábado (15), às 19h.
Empresa de sócio de João Roma teve contratos de R$ 19,7 milhões com Master
Empresa de sócio de João Roma teve contratos de R$ 19,7 milhões com Master
acheco é sócio de João Roma em empresa do setor agropecuário; ambos negam relação entre os negócios.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma corretora pertencente ao empresário Alfredo Pacheco Pereira Neto, sócio do ex-ministro da Cidadania e candidato ao Senado João Roma, firmou contratos que somam pelo menos R$ 19,7 milhões com o Banco Master. Pacheco negou qualquer relação entre Roma e os contratos firmados pela corretora, afirmando que sua sociedade com o ex-ministro está restrita à empresa agropecuária. O candidato também negou ter participado das negociações envolvendo a corretora e o Banco Master.A corretora AB Serviços de Corretagem Financeira, pertencente a Pacheco, firmou contratos com empresas ligadas ao Banco Master, segundo informações do Metrópoles. A corretora afirmou que os contratos foram realizados de forma regular, com comprovação técnica e pagamento de tributos.
Ex-ministro João Roma - Reprodução
Uma corretora pertencente ao empresário Alfredo Pacheco Pereira Neto, sócio do ex-ministro da Cidadania e candidato ao Senado João Roma, firmou contratos que somam pelo menos R$ 19,7 milhões com o Banco Master, segundo informações do Metrópoles. Pacheco é sócio de Roma na Prata da Chapada, empresa voltada à produção agropecuária. A sociedade começou em 2021, quando Roma ainda ocupava o Ministério da Cidadania. Na Justiça Eleitoral, Roma declarou ter 50% da Prata da Chapada, participação avaliada em R$ 100 mil. A corretora AB Serviços de Corretagem Financeira, pertencente a Pacheco, também teve entre os sócios o advogado Bruno Martinez Carneiro Ribeiro Neves. Ele deixou a empresa em 2023, antes de assumir um cargo no Ibama. Procurada, a AB Serviços afirmou que os contratos com empresas ligadas ao Banco Master foram realizados de forma regular, com comprovação técnica, pagamento de tributos e sem utilização de recursos públicos. Pacheco também negou qualquer relação entre Roma e os contratos firmados pela corretora. Segundo ele, sua sociedade com o ex-ministro está restrita à empresa agropecuária. Roma apresentou a mesma justificativa e afirmou que a Prata da Chapada atua exclusivamente no setor agropecuário. O candidato também negou ter participado das negociações envolvendo a AB Serviços e o Banco Master.
Suposta fraude na filiação impede Flávio Bolsonaro de registrar candidatura à Presidência
Senador aparece como filiado ao partido Missão em sistema da Justiça Eleitoral
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro, senador e candidato à Presidência da República, não conseguiu formalizar seu registro de candidatura nesta quinta-feira (13) devido a uma alteração na filiação partidária que o registrou como integrante do partido Missão.
- Flávio Bolsonaro alega que não sabe como a alteração ocorreu e que sua equipe pretende solicitar à Justiça Eleitoral a restauração da filiação ao PL e pedir à Polícia Federal (PF) a abertura de uma investigação para apurar o caso.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não conseguiu formalizar nesta quinta-feira (13) o registro de sua candidatura à Presidência da República, como estava previsto. O motivo foi uma alteração na filiação partidária que fez o parlamentar aparecer, nos sistemas da Justiça Eleitoral, como integrante do partido Missão, de Renan Santos. A mudança foi identificada pela equipe de campanha no momento em que os representantes de Flávio tentavam acessar o sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para realizar o registro. O episódio é tratado pela campanha como uma possível fraude, mas ainda não há confirmação sobre a origem da alteração. O PL informou ter perdido o acesso ao sistema do TSE e, por isso, não conseguiu concluir o procedimento. “Não sabemos o como isso aconteceu: se foi hackeamento do TSE, se hackearam o Missão, se foi doloso ou se alguém comprou a senha do sistema e fez a partir disso”, afirmou um integrante da campanha ao O Globo. A defesa e os representantes do senador pretendem solicitar à Justiça Eleitoral a restauração da filiação de Flávio ao PL. A equipe também deve pedir à Polícia Federal (PF) a abertura de uma investigação para apurar o caso. Registro aponta mudança de partido - Segundo os registros disponíveis no site da Justiça Eleitoral, Flávio teria deixado o PL na quarta-feira (12). A certidão de filiação partidária emitida pelo sistema aponta que ele passou a constar como integrante do Missão, partido presidido por Renan Santos, que também disputa a Presidência. Apesar da alteração, a situação eleitoral do senador aparece como “regular” no documento emitido nesta quinta. O problema é que ele não poderia concorrer por uma nova legenda neste momento, já que as convenções partidárias foram encerradas em 5 de agosto. O prazo para o registro das candidaturas termina neste sábado (15), às 19h. Partidos, federações e coligações devem encaminhar as informações à Justiça Eleitoral dentro desse período. Até o momento, seis candidatos já formalizaram o registro no TSE: Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca a reeleição; Hertz Dias (PSTU); Samara Martins (UP); Wilson Grassi (Democrata); Romeu Zema (Novo); e Renan Santos (Missão).
Alerj e Senado informam pós-graduação que Flávio Bolsonaro não fez
Alerj e Senado informam pós-graduação que Flávio Bolsonaro não fez
UFRJ afirma não ter registro de que senador tenha cursado pós-graduação em ciência política na instituição.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Os portais oficiais do Senado Federal e da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) veicularam informações incorretas sobre a formação acadêmica do senador Flávio Bolsonaro, alegando que ele possuía pós-graduação em "ciências políticas" pela UFRJ. Contudo, a instituição de ensino negou a existência de qualquer registro de vínculo acadêmico do parlamentar em seus sistemas.
- A assessoria de Flávio Bolsonaro tratou o caso como um erro de cadastro e solicitou a correção, detalhando sua real trajetória acadêmica na Faculdade Cândido Mendes, no Iuperj e na FGV. Por sua vez, a Alerj e o Senado justificaram que os dados foram alimentados, respectivamente, por informações fornecidas pelo próprio político e por conteúdos de agências de notícias.
Foto: Adriano Machado | Reuters
Os sites oficiais do Senado Federal e da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) divulgaram uma informação incorreta sobre a formação acadêmica do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência. As páginas informavam que Flávio teria uma pós-graduação em “ciências políticas” pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A universidade, porém, informou que não há registro no sistema acadêmico de que o senador tenha estudado na instituição. Procurada, a campanha de Flávio classificou o dado como um erro e afirmou que já solicitou a correção. Segundo a assessoria, Flávio é formado em Direito pela Universidade Cândido Mendes, tem pós-graduação em Políticas Públicas pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj) e MBA em Empreendedorismo pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A Alerj afirmou que as informações sobre a formação dos deputados são fornecidas pelos próprios parlamentares. No caso do Senado, a Casa informou que o dado incorreto fazia parte de conteúdo produzido pela agência de notícias. Uma página no LinkedIn associada ao senador também apresentava a informação sobre a suposta pós-graduação na UFRJ. O perfil foi suspenso após a publicação da reportagem. Além disso, o termo utilizado nas biografias —“ciências políticas”— não é o mais adequado no meio acadêmico. A denominação usual é Ciência Política, área das Ciências Sociais. A informação sobre a suposta pós-graduação de Flávio já aparecia em reportagens publicadas desde 2011.
Conselho de Ética aprova continuidade de processo contra Erika Hilton
Conselho de Ética aprova continuidade de processo contra Erika Hilton
Por 10 votos a 5, colegiado admite representação por suposta quebra de decoro; deputada terá prazo para apresentar defesa
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados aprovou, por 10 votos a 5, a admissibilidade do processo disciplinar contra a deputada federal Erika Hilton (Psol-SP). A representação, apresentada pelo partido Missão, acusa a parlamentar de quebra de decoro decorrente de publicações feitas em suas redes sociais após assumir a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher.
- O parecer favorável ao prosseguimento da ação foi relatado pelo deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB). A defesa de Erika Hilton tentou afastar o relator sob alegação de falta de imparcialidade, pedido que foi rejeitado pela presidência do colegiado. Com a decisão, o processo entra na fase de instrução para coleta de provas e depoimentos, podendo resultar em sanções que vão de advertência à perda de mandato.
Foto: Reprodução
O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (11), o parecer que autoriza a continuidade do processo disciplinar contra a deputada federal Erika Hilton (Psol-SP). A admissibilidade da representação foi aprovada por 10 votos a 5. Com a decisão, o processo seguirá sua tramitação no colegiado. A parlamentar será notificada para apresentar defesa, indicar testemunhas e acompanhar as próximas etapas do procedimento, que poderá resultar no arquivamento da ação ou na aplicação de sanções previstas no Regimento Interno da Câmara, incluindo a perda do mandato, cuja decisão final cabe ao plenário da Casa. A representação foi protocolada pelo partido Missão, em março deste ano, e questiona declarações feitas por Erika Hilton nas redes sociais após sua eleição para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Segundo o partido, as publicações configurariam quebra de decoro parlamentar. Entre as manifestações citadas está uma mensagem publicada na rede social X, em que a deputada respondeu às críticas recebidas após assumir o comando da comissão. O parecer favorável à continuidade da ação foi apresentado pelo deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), relator do caso e líder da oposição na Câmara. Durante a análise, ele afirmou que seu voto tratava apenas da admissibilidade da representação, ressaltando que a decisão sobre eventual punição caberá ao Conselho de Ética ao fim da instrução do processo. Erika Hilton não participou da reunião desta terça-feira. Em manifestação apresentada anteriormente ao Conselho, a deputada pediu o afastamento do relator sob a alegação de falta de imparcialidade. O pedido, no entanto, foi rejeitado pelo presidente do colegiado, deputado Fábio Schiochet (União-SC). Na defesa, a parlamentar argumentou que Cabo Gilberto é autor de um projeto de lei que prevê que a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher seja exercida exclusivamente por deputadas do sexo feminino, o que, segundo ela, comprometeria sua isenção para relatar o caso. Com a aprovação da admissibilidade, o Conselho de Ética iniciará a fase de instrução, na qual serão analisadas as provas e os argumentos apresentados pelas partes antes da elaboração do parecer final.
Em meio a polêmicas envolvendo Alfredo Gaspar, Flávio mantém vice e diz ter “confiança”
Presidenciável atribui ataques à atuação do aliado no caso do INSS
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) descartou a possibilidade de trocar a vice em sua chapa após acusações de estupro de vulnerável e desvios de emendas parlamentares. O deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) é alvo de um procedimento no Supremo Tribunal Federal (STF) relacionado à acusação, que ele nega. Flávio Bolsonaro defendeu Gaspar e o classificou como uma 'pessoa preparada' e de 'coragem'.
- O caso tramita sob sigilo no STF e a Procuradoria-Geral da República (PGR) analisa um pedido da Polícia Federal para abrir investigação sobre a denúncia. Gaspar nega a acusação e afirmou estar disposto a realizar um exame de DNA para comprovar sua inocência.
- Saiba todos os detalhes na matéria completa em www.sudoestebahia.com
Foto: Reprodução
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) descartou nesta terça-feira (11) a possibilidade de trocar Alfredo Gaspar (PL-AL) da vice de sua chapa e saiu em defesa do aliado, que passou a ser alvo de questionamentos após acusações envolvendo suposto estupro de vulnerável e desvios de emendas parlamentares. Flávio afirmou ter “confiança” no deputado e o classificou como uma “pessoa preparada” e “de coragem”. Gaspar é alvo de um procedimento no Supremo Tribunal Federal (STF) relacionado à acusação de estupro de vulnerável, que ele nega. O senador atribuiu os questionamentos à atuação de Gaspar nas investigações sobre fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS. "Foi exatamente no momento em que ele estava ali defendendo os aposentados roubados pelo governo do PT, inclusive pedindo a prisão do Lulinha, que foi feito isso contra ele. É uma pessoa do bem, uma pessoa preparada, da área da segurança pública, de quem temos confiança, de coragem", afirmou Flávio. O caso relacionado à acusação de estupro tramita sob sigilo no STF, sob relatoria do ministro Gilmar Mendes. A Procuradoria-Geral da República (PGR) analisa um pedido da Polícia Federal para abrir investigação sobre a denúncia. Na semana passada, Gilmar encaminhou à PF um pedido da PGR para a realização de novas diligências antes de decidir sobre a abertura do inquérito. Acusação - A denúncia veio a público em março, durante a CPI do INSS, da qual Gaspar foi relator. Parlamentares que faziam oposição ao deputado na comissão, Lindbergh Farias (PT-RJ) e Soraya Thronicke (Podemos-MS), pediram à Polícia Federal a apuração do caso após afirmarem ter recebido documentos sobre a acusação. Segundo a representação, uma menina de 13 anos teria sido vítima de estupro, engravidado e tido um filho. O episódio teria ocorrido cerca de oito anos antes. Os parlamentares não apresentaram provas naquele momento, alegando a necessidade de preservar a adolescente e a mãe. Gaspar nega a acusação e afirmou estar disposto a realizar um exame de DNA para comprovar sua inocência. Após o caso vir a público, ele também acionou o STF contra Lindbergh e Soraya e disse ter disponibilizado material genético para eventual exame. Em nota, o deputado classificou as acusações como “falsas, levianas e absolutamente irresponsáveis” e afirmou que elas seriam uma tentativa de tirar o foco das investigações sobre as fraudes no INSS.
20% dos eleitores só definem voto para presidente na última semana, diz Quaest
20% dos eleitores só definem voto para presidente na última semana, diz Quaest
Na eleição do Senado, 14% responderam que só escolhem candidato no dia da votação
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa recente realizada pela Genial/Quaest revelou que 20% dos eleitores brasileiros definem seu voto para presidente apenas na semana ou no dia da eleição. Contudo, a maioria dos entrevistados decidiu qual candidato apoiar com antecedência, com 58% escolhendo o candidato vários meses antes. Já nas disputas para os governos estaduais e o Senado, a definição do voto tende a ser mais tardia.
- Além disso, a pesquisa divulgou que 44% dos eleitores decidem qual candidato a governador meses antes e 34% decidem qual candidato ao Senado com meses de antecedência. Outras informações da pesquisa mostram que os eleitores independentes tendem a decidir mais tarde, com 41% decidindo com meses de antecedência e 14% deixando a escolha para o dia da votação.
Foto: Willian Silva | Sudoeste Bahia
Uma pesquisa Genial/Quaest mostra que 20% dos eleitores costumam definir o voto para presidente apenas na semana ou no dia da eleição. O levantamento foi divulgado na segunda-feira (10). Apesar disso, a maior parte dos entrevistados afirma decidir com antecedência: 58% dizem escolher o candidato à Presidência vários meses antes, enquanto 20% tomam a decisão um mês ou algumas semanas antes. A definição fica mais tardia nas disputas para os governos estaduais e o Senado. Para governador, 44% afirmam decidir o voto meses antes, 28% algumas semanas antes, 14% na semana ou véspera e 11% no próprio dia da eleição. Entre os candidatos ao Senado, apenas 34% dizem fazer a escolha com meses de antecedência. Outros 29% decidem algumas semanas antes, 18% na semana ou véspera e 14% no dia da votação. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, entre 31 de julho e 3 de agosto, em entrevistas presenciais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06591/2026. Independentes decidem mais tarde - Entre os eleitores que se identificam como lulistas ou bolsonaristas, 69% de cada grupo afirmam definir o voto para presidente vários meses antes da eleição. Já entre os eleitores independentes, que representam cerca de um terço dos entrevistados, 41% dizem tomar a decisão com meses de antecedência, enquanto 14% deixam a escolha para o dia da votação.
Governo Lula enfrenta restrição de R$ 105,5 bilhões para pagamentos em 2026
Governo Lula enfrenta restrição de R$ 105,5 bilhões para pagamentos em 2026
Limitação atinge despesas não obrigatórias e restos a pagar; Saúde e Educação estão entre as áreas afetadas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfrenta uma restrição de R$ 105,5 bilhões para o pagamento de despesas previstas para 2026 e de contas de anos anteriores. A restrição pode afetar ações como procedimentos de saúde, distribuição de medicamentos e livros didáticos, além do funcionamento de universidades e institutos federais.
- O governo afirma que a restrição não é definitiva e que os cronogramas de desembolso podem ser ajustados ao longo do ano, conforme a disponibilidade financeira. O Ministério da Saúde afirmou que os serviços considerados prioritários não serão comprometidos.
Foto: Reprodução
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta uma restrição de R$ 105,5 bilhões para o pagamento de despesas previstas para 2026 e de contas de anos anteriores. A informação consta de uma análise da Consultoria de Orçamentos do Senado. Segundo o levantamento, o governo tem R$ 225,4 bilhões disponíveis para pagamentos, enquanto as despesas não obrigatórias somam R$ 330,9 bilhões. A diferença reduz o espaço para a execução de parte dos gastos previstos para o ano. A Saúde concentra R$ 15,1 bilhões em restos a pagar, enquanto a Educação tem uma restrição de R$ 13,8 bilhões. Na prática, a limitação financeira pode atingir ações como procedimentos de saúde, distribuição de medicamentos e livros didáticos, além do funcionamento de universidades e institutos federais. As emendas parlamentares também estão entre as despesas afetadas. Segundo a análise, há uma restrição de R$ 44,9 bilhões para o pagamento desses recursos. O cenário é pressionado pelo aumento dos restos a pagar. O volume passou de R$ 310,8 bilhões no início de 2025 para R$ 391,6 bilhões em 2026, uma alta de R$ 80,8 bilhões no período. O governo afirma, porém, que a restrição não é definitiva. Segundo a administração federal, os cronogramas de desembolso podem ser ajustados ao longo do ano, conforme a disponibilidade financeira. O Ministério da Saúde informou que os serviços considerados prioritários não serão comprometidos. Já o Ministério da Educação (MEC) afirmou que poderá negociar a ampliação dos limites de pagamento caso seja necessário. A restrição ocorre no contexto do controle do fluxo de pagamentos do governo federal e não significa, necessariamente, que os recursos tenham sido cancelados. O limite pode ser alterado ao longo do ano de acordo com a execução orçamentária e a disponibilidade financeira.
BTG/Nexus: Lula lidera 1º turno e empata com Flávio e Caiado no 2º
BTG/Nexus: Lula lidera 1º turno e empata com Flávio e Caiado no 2º
O levantamento mostra estabilidade, dentro da margem de erro, entre os principais candidatos na comparação com a pesquisa anterior
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Lula da Silva lidera a disputa pelo Palácio do Planalto no primeiro turno das eleições de 2026, segundo pesquisa BTG/Nexus. Lula tem 40% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 35%, com a diferença entre eles em cinco pontos percentuais.
- A pesquisa também mostrou que a maioria dos eleitores que declararam intenção de votar em Lula ou Flávio Bolsonaro está decidida e não pretende mudar o voto, com índices de fidelidade de 89% e 84% respectivamente. Além disso, a pesquisa ouviu 2.001 eleitores das 27 unidades da Federação e tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança da disputa pelo Palácio do Planalto no primeiro turno das eleições de 2026, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (10). No principal cenário estimulado, Lula tem 40% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 35%. Na comparação com a pesquisa anterior, Lula oscilou de 41% para 40%, enquanto Flávio passou de 37% para 35%. Com a movimentação dos dois candidatos, a diferença entre eles permanece em cinco pontos percentuais. Os demais nomes apresentados aos entrevistados aparecem em patamares inferiores. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, tem 5%, enquanto Renan Santos registra 4% e Romeu Zema aparece com 3% das intenções de voto. No cenário de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, a disputa é considerada empate técnico dentro da margem de erro. Lula aparece com 47%, contra 44% do senador. Na rodada anterior, os dois tinham 46% e 45%, respectivamente. A pesquisa também mediu o grau de definição dos eleitores. Entre aqueles que declararam intenção de votar em algum candidato no primeiro turno, 74% afirmaram que a escolha já está definida e não deve mudar até a eleição. Outros 25% disseram que ainda podem mudar de candidato, enquanto 2% não souberam responder. Entre os eleitores que declararam voto em Lula, 83% afirmaram estar decididos. No grupo que escolheu Flávio Bolsonaro, 80% disseram que a decisão está consolidada. Quando considerados os eleitores mais identificados com os dois principais campos políticos, o índice de fidelidade é ainda maior. Entre os chamados lulistas convictos, 89% afirmam que não pretendem mudar o voto. Entre os bolsonaristas convictos, esse percentual chega a 84%. O levantamento ouviu 2.001 eleitores das 27 unidades da Federação por telefone, entre os dias 7 e 9 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa BTG/Nexus está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08428/2026.
























